Projetos de Pesquisa

 

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Vanessa Fernandes Guimarães

Outra

Divulgação Científica
  • museus e centros de ciência em tempos de pandemia: a mudança no paradigma de público em três instituições do rio de janeiro.
  • As importantes transformações impostas pela pandemia de Covid-19 afetaram extraordinariamente as dinâmicas social, econômica e cultural de centenas de milhões de pessoas, levando ao fechamento ou controle da capacidade de todos os espaços de reunião e concentração de pessoas em diferentes partes do mundo. A área da cultura foi particularmente afetada já que a maioria das atrações e manifestações foi cancelada ou fechada para o público por tempo indeterminado. Os museus não foram a exceção: a partir do início de 2020, a maioria dos museus fechou as portas para visitas presenciais e buscou, desde então, não perder contato com diferentes públicos por meio de iniciativas direcionadas ao ambiente digital. Várias ações de divulgação científica dos museus e centros de ciência (MCCT) migraram do presencial para o virtual e novas ações foram criadas e aprimoradas visando atender e mantê-los conectados com seus públicos e divulgando informações confiáveis e fidedignas. No entanto, a ampliação da presença dos MCCT no ambiente virtual enfrenta dificuldades que não estão apenas restritas ao acesso a uma boa infraestrutura de internet. Outros fatores como o expertise sobre o funcionamento das mídias digitais e na produção de conteúdo, acesso a softwares adequados e disponibilidade de pessoal qualificado para a tarefa são também limitantes, por requererem um nível de investimento que é, por vezes, incompatível com o orçamento dessas instituições. A desigualdade de acesso aos meios digitais, por parte do público, também é um fator preocupante, seja pela falta internet ou de infraestrutura, ou pela falta de recursos de acessibilidade nas plataformas, ou até mesmo por inexperiência das instituições em realizar ações capazes de engajar públicos diversos, a exclusão é uma realidade inegável. Então, mesmo para os MCCT que conseguiram manter contato com o público e são mais ativos nos ambientes digitais, tais circunstâncias colocam algumas questões fundamentais relativas ao impacto deste cenário sobre a constituição dos públicos dos museus e do seu processo de comunicação com eles. Alguns exemplos destas questões são: quem é esse público virtual do museu durante a pandemia? Qual é o seu perfil sociodemográfico e de quais maneiras se afasta ou se aproxima daquele do público presencial? Qual a sua relação com o MCCT? Como o conteúdo disponibilizado da rede é recebido por esse público? E, finalmente, como transformar esse público virtual em público presencial após a reabertura dos MCCT? As respostas a essas perguntas precisam partir de uma base prévia de conhecimentos dos MCCT sobre os seus públicos visitantes. Neste sentido, selecionamos três MCCT participantes do Observatório de Museus e Centros de Ciência e Tecnologia (OMCCT), que dispunham dessa base de conhecimentos e que se mantiveram ativos nas mídias digitais durante a pandemia de Covid-19 - o Museu da Vida da COC/Fiocruz, o Museu Ciência e Vida da Fundação Cecierj e o Espaço Ciência Viva - a fim de realizar um estudo de público visando responder a essas questões.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 29/10/2021-31/10/2024
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Vanessa Salete de Paula

Ciências da Saúde

Medicina
  • o impacto pós-covid-19 em pacientes cirróticos e portadores de hepatite
  • A síndrome pós-COVID-19 inclue o aumento das enzimas hepáticas e manifestações neuropsicológicas, principalmente em pacientes cirróticos e/ou com carcinoma hepatocelular (CHC) e infectados pelos vírus da hepatite B (HBV) e hepatite C (HCV). A infecção pelos vírus das hepatites está emergindo como causa de distúrbios do sistema nervoso central e periférico. Como causas principais (i) a tempestade de citocinas, interleucina (IL) -2, IL-6, IL-7, IL-10 e fator de necrose tumoral α (TNFα), (ii) a infecção dos hepatócitos, colangiócitos e células do sistema nervoso central, (iii) medicamentos, (iv) hipóxia. Polimorfismos nos genes ABCB1 e ABCB11 que codificam a glicoproteína P (Pgp) e a bomba exportadora de sais biliares (BSEP) estão relacionados com resistência e com a hepatotoxicidade a medicamentos. Hipótese: portadores de hepatite B ou C com o polimorfismo genético no transportador ABCB1 e ABCB11 desenvolvem da síndrome pós-COVID-19 e tem alterações nos níveis de citocinas e enzimas hepáticas. Para confirmar a hipótese pretendemos (1) realizar o monitoramento clínico hepáticas e neurológico de portadores de hepatite virais que tiveram COVID-19 (2) verificar a associação da gravidade pós-COVID- 19 e mutações nos genes ABCB1 e ABCB11, com o perfil de citocinas e com as variantes de SARS CoV-2. Coortes de pacientes do ambulatório de doenças do fígado Hospital Universitário Gaffrée Guinle (HUGG/UNIRIO) e do ambulatório de referência nacional de hepatites virais da Fundação Oswaldo Cruz (IOC/FIOCRUZ) serão monitoradas clinicamente e laboratorialmente por análises bioquímicas, hemograma, enzimas hepáticas, citocinas (IL-2, IL-6, IL-7, IL-10 e TNFα), mutações (ABCB1 e ABCB11). Espera-se verificar se a variabilidade genética viral e as mutações genéticas podem influenciar na síndrome pós-COVID- 19, dado útil para o monitoramento e prognostico dos pacientes.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 23/03/2022-31/03/2025
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Vanessa Sena Tomaz

Ciências Humanas

Educação
  • educação intercultural: investigando metodologias para pesquisas e formação de professores com e por povos tradicionais e campesinos.
  • O projeto analisa práticas de pesquisa e de formação docente armazenadas no Banco de Dados do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Escolar Intercultural Indígena (GEPEEI) que desenvolve pesquisas nas temáticas educação escolar indígena, Educação do Campo e Educação Escolar Quilombola. Neste grupo investiga-se práticas educativas que envolvem aspectos quantitativos, relacionais e espaciais das respectivas comunidades e como elas se articulam no currículo das escolas. Parte-se do problema que a presença de indígenas, campesinos e quilombolas introduz um novo perfil de licenciandos e pesquisadores nas universidades, o que requer metodologias de pesquisa e de ensino interculturais, desenvolvidas em diálogo com seus modos de produção de conhecimentos. Fundamenta-se a análise das práticas educativas nos estudos decoloniais e na multiplicidade epistemológica que caracteriza as formas de produção de conhecimento desses povos. Busca-se o protagonismo deles atuando como orientadores de metodologias para análises e discussões de suas práticas educativas. Para tanto, além dos não-indígenas, conta com a participação de pesquisadores indígenas dos povos Xakriabá (MG), Maxakali (MG) e Pataxó (BA) e campesinos, egressos da licenciatura do Campo da UFMG. Considerando as experiências individuais e coletivas dos participantes do grupo de pesquisa, os encontros periódicos terão o formato de oficinas de contação de histórias para a discussão das práticas. Ainda em atenção a diversidade linguística, o material empírico é formatado em diferentes meios comunicacionais (vídeo, notas de diário de campo, fotografias, gestos, imagens, etc), configurando um conjunto de dados multimodais, que serão analisados segundo essa perspectiva. Espera-se com análise das práticas escolares desses diferentes povos, desenvolver ferramentas teóricas e metodológicas que fundamentem o ‘fazer juntos’ na pesquisa intercultural, em especial as práticas que caracterizam como matemáticas.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 04/02/2022-28/02/2025
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Vanessa Silveira Barreto Carvalho

Engenharias

Engenharia Mecânica
  • proposta de apoio à formação de doutores para o fortalecimento de áreas estratégicas dos programas de pós-graduação da unifei
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal de Itajubá - MG - Brasil
  • 03/04/2020-02/04/2025
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Vania Aparecida Vicente

Ciências Biológicas

Microbiologia
  • abordagem metagenômica e ferramentas moleculares para rastreamento ambiental e diagnóstico de micoses endêmicas.
  • Doenças fúngicas endêmicas, englobando as emergentes e negligenciadas, são divididas em micoses de implantação e sistêmicas, as quais tiveram um aumento significativo nas últimas décadas, constituindo um problema de saúde pública. Além das micoses de implantação consideradas negligenciadas, Mucormicose e Candidemia são frequentes em indivíduos imunossuprimidos e/ou afetados por COVID19. Abordagem metagenômica permite rastreamento ambiental, elucidação de rotas infecção e conhecimento da distribuição de agentes, além de avaliar surtos e possíveis focos hospitalares. Além disso, a demanda por testes rápidos, de baixo custo e eficazes, motivou nesta proposta o uso de Raman/Nanotecnologia como alternativa diagnóstica e terapêutica. Assim, objetiva-se aplicar metagenômica no monitoramento ambiental de infecções fúngicas e explorar o potencial antifúngico e de detecção de agentes por nanopartículas. Para o monitoramento de ambientes hospitalares e naturais nos biomas Cerrado, Amazônia e áreas de transição será realizado extração de DNA/RNA, seguido do preparo de bibliotecas e sequenciamento na plataforma MiSeq/Illumina. Os resultados serão comparados com dados epidemiológicos e molecular de isolados clínicos para inferências sobre diversidade, nichos e rotas de infecção. Espectros RAMAN/SERS serão correlacionados com dados de sequenciamento e MaldiTof, para a produção de banco de dados a ser depositado juntamente com novas linhagens na CMRP/Taxonline-UFPR (https://www.cmrp-taxonline.com/). O potencial antifúngico, sinergismo e citotoxicidade de nanopartículas biológicas serão determinados utilizando modelos larvais e cultura celular. Os resultados terão potencial aplicação no rastreamento e diagnóstico, tendo como metas a avaliação da metodologia no diagnóstico ambulatorial, esclarecer questões sobre a ocorrência dos agentes de micoses invasivas/emergentes em ambientes hospitalares e ainda fornecer dados acerca da origem ambiental das micoses de implantação e sistêmicas.
  • Universidade Federal do Paraná - PR - Brasil
  • 30/03/2022-31/03/2025