Projetos de Pesquisa

 

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Suele Manjourany Silva Duro

Ciências da Saúde

Enfermagem
  • efeito da covid-longa na utilização dos serviços de saúde no sul do brasil
  • Em março de 2020 a pandemia de COVID-19 chegou ao Brasil e rapidamente se disseminou. Atualmente com quase 600.000 mortos e 21 milhões de casos confirmados, ainda não se sabe ao certo o impacto dessa doença na saúde daqueles que se contaminaram. Pesquisa realizada em uma parceria entre Universidade Federal do Rio Grande e Universidade Federal de Pelotas observou que cerca de 30% dos infectados buscaram serviço de saúde pela não melhora nos sintomas da COVID-19 e que entre 12 e 20 semanas após a infecção, 50% continua com algum sintoma residual, chamado de COVID-longa, sendo os mais frequentes fadiga, problemas de memória e atenção, alterações no olfato e paladar e dores musculoesqueléticas. Além dessas consequências, tem-se evidências de complicações nos pulmões, rins e agravamento de doenças preexistentes, como diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Tais problemas podem levar a uma diminuição da qualidade de vida dessas pessoas e a um aumento na procura por serviços de saúde, sendo necessária uma maior capacitação dos profissionais e organização dos serviços para o enfrentamento destas consequências. Diante desse cenário, com intuito de obter informações que possam contribuir para a estruturação do sistema de saúde para atender a essa demanda, o presente estudo pretende responder a três perguntas: 1) Quais características da infecção pela COVID-19 são determinantes da COVID-longa? 2) Qual itinerário terapêutico das pessoas com o problema? 3) Qual a demanda de utilização de serviços de saúde pós infecção pela COVID-19? Para tanto, será realizado estudo transversal aninhado à pesquisa longitudinal SulCovid, por meio de coleta de dados domiciliares com três grupos de comparação distintos: dois grupos de pessoas que tiveram COVID-19, com e sem COVID-longa, e um terceiro grupo de pessoas que não tiveram diagnóstico de COVID-19. Destaca-se que aqueles sem COVID-19 serão identificados exclusivamente para este estudo dentre os vizinhos dos outros dois grupos
  • Universidade Federal de Pelotas - RS - Brasil
  • 11/04/2022-30/04/2025
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Sueli Angelo Furlan

Ciências Exatas e da Terra

Geociências
  • vulnerabilidade socioambiental na zona costeira maranhense: usos múltiplos, serviços ecossistêmicos e alterações climáticas.
  • Pretende-se investigar a temática da "vulnerabilidade socioambiental nas zonas costeiras do estado do Maranhão", articulando um enfoque específico para as relações de usos dos litorais, serviços ecossistêmicos e alterações climáticas. O tema vulnerabilidade socioambiental, no cenário mundial, vem sendo muito enfatizado e o nosso interesse recai sobre as características da dinâmica dos sistemas costeiros quanto a aspectos do meio físico e das populações que dependem da qualidade dos ecossistemas nos litorais Maranhenses. Interessa-nos também compreender os territórios protegidos, mais especificamente os impactos dos principais drives que atuam nos diferentes setores da zona costeira e a vulnerabilização das populações locais face às tendências climáticas. Os objetivos gerais são: analisar a vulnerabilidade socioambiental na zona costeira do estado do Maranhão, identificando múltiplos usos, serviços ecossistêmicos e impactos das mudanças climáticas no processo de vulnerabilização socioambiental; desenvolver metodologia de mapeamento que garanta a construção de banco de dados geográficos de serviços ecossistêmicos para subsidiar a tomada de decisão. São dois grandes estudos que se articulam: 1. Estudo da vulnerabilidade socioambiental; 2. Estudo dos serviços ecossistêmicos. A análise do grau de vulnerabilidade da zona costeira do Maranhão será obtida por meio dos índices de Vulnerabilidade Socioambiental (IVSA) e Índice de Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas (IVMC). A análise dos serviços ecossistêmicos se baseará numa metodologia que consiste em: elaboração de um inventário inicial dos possíveis serviços ecossistêmicos associados a paisagem (MEA, 2003); revisão bibliográfica sistemática dos estudos sobre SE em zonas costeiras amazônicas e semiáridas do Maranhão; consulta a especialistas e oficinas participativas. Os estudos serão articulados por geotecnologias de mapeamento das medidas de vulnerabilidade baseadas na seleção de variáveis que melhor retratam a área.
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 04/02/2022-28/02/2025