Projetos de Pesquisa

 

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Ana Claudia Farranha Santana

Ciências Sociais Aplicadas

Direito
  • título do projeto: direito de acesso à informação pública e desigualdades de gênero e raça: analisando os contextos de implementação da lai (brasil) e do foia (estados unidos)
  • Este projeto procura investigar a seguinte questão: Como as desigualdades estruturais identificadas no processo social se reproduzem na implementação das políticas públicas de acesso à informação? Para tanto, o trabalho tem três focos de análise: a) a implementação da Lei de Acesso à Informação Pública (LAI) e do Freedom of Information Act (FOIA - a lei de acesso à informação dos Estados Unidos), em perspectiva comparada; b) a identificação de pedidos de acesso à informação sobre temas que envolvem mulheres e população negra, investigando como esses são processados; c) a verificação de se há elementos nesse processo que reproduzem as desigualdades que esses grupos enfrentam na realidade social. Para desenvolver essa proposta, a perspectiva do trabalho busca compreender como as dimensões da desigualdade se apresentam no processo de implementação de políticas públicas (Lotta, 2021) e como aspectos do desenho das políticas (Capano,2015; Howlett, 2014) podem reproduzir essa mesma desigualdade. Nesse caso, a política escolhida para dar sustentação à análise é a política de acesso à (ou liberdade de) informação pública, que no Brasil está descrita na Lei de Acesso à Informação Pública (Lei 12.527/2011) e no Estados Unidos, no Freedom of Information Act (5 U.S.C , § 552) A investigação utiliza uma análise comparativa dos instrumentos jurídicos e da sua implementação, envolvendo a escolha de agências públicas para identificar processos administrativos e resultados a serem comparados. Pretende-se comparar e contrastar os contextos institucionais (Lejano, 2013) em que essas leis vêm sendo desenvolvidas, a saber: fluxo do pedido, existência de dados abertos, tempo para resposta, organização dos bancos de dados, entre outras dimensões, e analisar as perspectivas das lideranças dos movimentos de mulheres e negros, em ambos os países, sobre se e como essas pessoas têm acesso ao direito à informação - quais as falhas, desafios e avanços que identificam.
  • Universidade de Brasília - DF - Brasil
  • 15/12/2022-28/02/2026
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Ana Cláudia Fernandes Nogueira

Ciências Humanas

Sociologia
  • a produção da subalternidade como uma herança: acesso à terra e conflitos agrários na mesorregião sul amazonense
  • Reconhecemos que na Amazônia brasileira, em especial no estado do Amazonas, há um expressivo número de assentamentos tutelados pelo INCRA que foram criados sem a infraestrutura adequada, como ausência de assistência técnica e fornecimento de serviços de educação e saúde, apesar de políticas públicas voltadas à reforma agrária por meio da criação e implantação de assentamentos no Brasil - I e II PNRA - (NOGUEIRA, 2018). Esta presença condicionada do Estado é um dispositivo que contribui para a fragilização das condições de vida dos assentados, os colocando numa posição de vulnerabilidade econômica, social e ambiental, sujeitos a interferências de poderes externos aos seus territórios em tentativas de cooptação e/ou ameaças. Dados coletados nos últimos doze anos apontam uma pressão constante com relação a invasão de áreas de assentamentos na mesorregião sul amazonense com a finalidade de estabelecer e/ou fortalecer o mercado de especulação imobiliária e a expansão pecuária. As ações predatórias e violentas degradam áreas utilizadas para o extrativismo não madeireiro e áreas predominantemente utilizadas para a agricultura familiar; afetando diretamente o direito ao território e seus desdobramentos. Para o aprofundamento das questões citadas, a proposta metodológica desta pesquisa ancora-se numa análise interpretativa com base em dados qualitativos e quantitativos que promoverão elaboração de mapas genealógicos; construção de indicadores das condições de acesso à terra; e identificação dos conflitos agrários por tipo e causa na área da pesquisa. Portanto, a presente pesquisa objetiva analisar a relação da condição subalterna das populações rurais assentadas na mesorregião sul amazonense com os conflitos territoriais ocasionados pelas ocupações no entorno dos assentamentos Paciá, Botos e São Francisco nos municípios de Lábrea, Humaitá e Canutama, respectivamente, criados pelo INCRA no Amazonas.
  • Universidade Federal do Amazonas - AM - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026
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Ana Cláudia Gomes de Souza

Ciências Humanas

Antropologia
  • territórios de conhecimento: efetivando a missão institucional da unilab através do mapeamento das produções culturais, artísticas e científicas de comunidades indígenas e quilombolas da bahia
  • Esta proposta pretende cartografar a produção cultural, acadêmica e artística das comunidades quilombolas e indígenas encontradas na Bahia, especialmente no entorno do Instituto de Humanidades e Letras da UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, em São Francisco do Conde, Bahia. Criada em 2010, esta instituição de ensino superior tem como principal missão contribuir para a integração entre o Brasil e os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), especialmente os países africanos. Por meio dessa proposta, será possível desenvolver materiais pedagógicos voltados ao atendimento das leis 10.639/03 e 11.645/2008. Para o desenvolvimento de nossas ações, faremos uma cartografia das comunidades encontradas nas regiões atendidas pela UNILAB, Campus dos Malês que se enquadram na nossa definição de “território do conhecimento” a saber, cartografias simbólicas, corpóreas e geográficas que se configuram nos espaços/tempos e as quais  possuem, criam e socializam conhecimentos próprios das populações específicas. Concomitantemente, será realizada uma pesquisa documental sobre as criações  acadêmicas e artísticas  já produzidas tendo por tema as manifestações culturais e artísticas do recôncavo baiano e a presença de comunidades quilombolas, indígenas e/ou outras comunidades ditas tradicionais. Em um segundo momento, através da inserção de campo de caráter etnográfico, iremos catalogar produções e saberes artísticos-culturais que se apresentam nestes “territórios de conhecimento”. A partir do terceiro momento, serão promovidos encontros formativos entre comunidades, artistas e professores. Os resultados das atividades de pesquisa de arquivo sobre as produções acadêmicas relacionados à temática, do mapeamento dos territórios, das residências artísticas e formações pedagógicas serão divulgados na forma de um E-book e na forma de mapas interativos.
  • Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - CE - Brasil
  • 10/12/2023-31/12/2026
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Ana Cláudia Kasseboehmer

Outra

Divulgação Científica
  • parque ecológico de mombuca como espaço de formação e divulgação científica
  • Vide projeto anexo
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 04/01/2023-30/11/2026
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Ana Cláudia Mendes Malhado

Outra

Divulgação Científica
  • conservação com inovação e arte: novos horizontes para o “mar à vista!”
  • O Projeto “Mar à Vista!” é uma série de desenhos animados para aumentar a sensibilização ambiental sobre o ambiente marinho entre as crianças. Foi desenvolvido na Universidade Federal de Alagoas em colaboração com muitos parceiros e voluntários durante a pandemia de Covid-19. Além da série animada, vários outros produtos e ações relacionados foram desenvolvidos, incluindo cartilhas educativas, livros de histórias positivas de conservação, o canal “crianças com ciência” no YouTube, músicas originais e jogos de tabuleiro para interações presenciais. Nossos desenhos animados são inclusivos, com tradução para a língua brasileira de sinais e audiodescrição para deficientes visuais. No âmbito do Projeto, pretendemos capitalizar a experiência acumulada e os conteúdos desenvolvidos na fase inicial para ampliar o alcance e o impacto da sensibilização ambiental e divulgação científica no tema dos objetivos do Programa Ciência no Mar e da cultura oceânica, para 1) promover a democratização do conhecimento junto ao público em geral, 2) ampliar o engajamento da sociedade brasileira com o desenvolvimento sustentável dos oceanos, 3) fortalecer a identidade cultural das comunidades costeiras, 4) promover a valorização das unidades de conservação marinho-costeiras do país, e 5) aumentar o conhecimento e a sensibilização sobre a ciência do mar e a cultura oceânica em grande escala. Assim sendo, buscamos fazer uma grande contribuição para a cultura oceânica no Brasil contribuindo com conservação, inovação e arte através dos novos horizontes do “Mar à vista!”
  • Universidade Federal de Alagoas - AL - Brasil
  • 17/01/2023-30/11/2026
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Ana Claudia Santiago de Vasconcellos

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • aperfeiçoamento profissional das equipes multidisciplinares de saúde indígena que atuam em áreas impactadas pelo garimpo de ouro na amazônia: uma abordagem integrada pesquisa-assistência-educação
  • Hoje, no Brasil, os Povos Indígenas da Amazônia representam a parcela da sociedade mais prejudicada pelo processo de mercantilização da natureza, marcado pela invasão ilegal de seus territórios por garimpeiros em busca de ouro. O garimpo provoca inúmeros problemas ambientais, porém sua sequela mais letal é a contaminação dos peixes por mercúrio. Assim, o pescado deixa de ser um alimento saudável e torna-se fator de risco para o surgimento de doenças neurológicas e cardiovasculares, que comprometem as atuais e futuras gerações. Essa realidade, coloca os indígenas em situação de extrema vulnerabilidade devido a importância do pescado na dieta e pela inaptidão das equipes locais da Atenção Primária à Saúde em atender às especificidades da contaminação humana pelo mercúrio. Tais problemas constituem a base para elaboração deste projeto, o qual pretende contribuir para o aprimoramento da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, por meio do aperfeiçoamento do trabalho desempenhado pelas equipes da Atenção Primária à Saúde que assistem as etnias mais afetadas pela atividade garimpeira na Amazônia (i.e., Yanomami, Munduruku e Kaiapó), no que tange a contaminação humana pelo mercúrio, e da produção de recursos de educação em saúde voltados a orientar comunidades indígenas. Em suma, espera-se realizar ao longo da vigência deste projeto a: (i) elaboração de um protocolo clínico voltado à prevenção, diagnóstico e acompanhamento de indígenas expostos ao mercúrio; (ii) estruturação e oferta de cursos de atualização profissional para as equipes da atenção primária; e (iii) produção de recursos educacionais em três línguas indígenas (Yanomami, Munduruku e Kaiapó) para orientar as comunidades sobre formas de mitigação da contaminação por mercúrio. Todas as atividades elencadas têm potencial de promover melhorias na qualidade de vida dos povos indígenas, aprimorar políticas públicas na área da saúde e fortalecer o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 14/12/2023-31/12/2026
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Ana Cláudia Vaz de Araújo

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • melhorando a produção de hidrogênio verde usando uma estrutura metal-orgânica como base para eletrodos
  • O hidrogênio verde está sendo considerado ótima escolha para o mercado de energia, sendo utilizado como meio de armazenamento de energia, vetor energético e combustível para transporte, indústria etc. A eletrólise da água é uma maneira preferível de sintetizar H2 limpo, bom para o meio ambiente, e pode ser feito de várias maneiras (eletroquimicamente, quimiocataliticamente e fotocataliticamente). O processo eletroquímico ocorre através de duas semi-reações, a Reação de Evolução do Hidrogênio (HER) e a Reação de Evolução do Oxigênio (OER). O gargalo do método ocorre na OER, que é uma reação lenta devido às várias etapas envolvidas. Hoje os materiais utilizados para OER usam como base metais nobres e raros, então existe um grande apelo para o desenvolvimento de catalisadores à base de metais abundantes e de baixo custo, como Ni, Cu, Co e Fe. Diferentes morfologias e substratos também podem melhorar o desempenho de eletrodos conhecidos. Nanomateriais estruturados são eficientes suportes para catálise, devido à sua elevada área superficial, em especial, óxidos de níquel e ferro. As redes de coordenação, Metal-Organic Frameworks (MOFs), e seus derivados são novas alternativas de base para nanopartículas catalisarem os processos de OER e HER. As MOFs em geral, possuem grande área superficial, alta estabilidade química e térmica, e podem ser obtidas por via hidro ou solvotermal sob temperatura e pressão controladas. Neste projeto visamos a produção de MOFs dopadas com óxidos metálicos, para a melhoria na performance eletrocatalítica de nanocatalisadores. As nanopartículas serão obtidas por coprecipitação sob ultrassom, com tamanhos de cristalitos na ordem de 10 nm. Espera-se, ao final do projeto, obter uma melhora significativa na performance de eletrodos não nobres para OER, além disso, contribuir com a disseminação desta tecnologia, formando especialistas na área e contribuindo para uma eficiente matriz energética Brasileira.
  • Universidade Federal Rural de Pernambuco - PE - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026
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Ana Coelho de Albuquerque

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • avaliação da efetividade das ações educacionais do projeto planifica-sus em cinco regiões de saúde brasileiras
  • O Projeto Planifica-SUS tem como objetivo a implementação da metodologia de Planificação da Atenção à Saúde em regiões de saúde brasileiras, implicando no fortalecimento dos papéis desempenhados pela atenção primária e especializada na organização da Rede de Atenção à Saúde. Por meio de abordagens educacionais, procura-se apoiar os profissionais na reorganização dos processos de trabalho dos serviços de saúde, visando consolidar a atenção primária dentro da perspectiva das redes de atenção. Essa abordagem permite o desenvolvimento das habilidades das equipes no sentido da qualificação da atenção à saúde, com um enfoque nas necessidades dos usuários sob sua responsabilidade, seguindo diretrizes clínicas, alinhadas com a Construção Social da APS e o Modelo de Atenção às Condições Crônicas. O objetivo deste projeto de pesquisa é avaliar a efetividade das ações educacionais promovidas pelo Planifica-SUS na melhoria da organização e qualificação dos processos assistenciais da APS em cinco regiões de saúde do Brasil. Dada a relevância e dimensão de recursos públicos investidos por meio do PROADI-SUS, torna-se essencial medir e analisar os resultados e impactos dessa intervenção educacional. Para tal, será conduzido uma pesquisa avaliativa, de abordagem qualitativa, partindo de elementos conceituais e teóricos da Avaliação de Treinamentos propostos por Abbad (1999; 2003). Por meio da apreensão das narrativas de profissionais de atenção primária, tutores e gestores serão capturadas as percepções e interpretações relacionadas à intervenção, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada das complexidades inerentes às ações educacionais em questão. Além disso, serão analisadas trajetórias assistências de usuárias que realizaram pré-natal de alto risco e que, portanto, transitaram entre os níveis de atenção.
  • Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira - PE - Brasil
  • 15/12/2023-31/12/2026
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Ana Conceição Ribeiro Dantas Saturnino

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • projeto marco (manejo do risco de câncer cervical): avaliação de novas estratégias de rastreio e triagem baseadas em hpv
  • O câncer do colo do útero (CCU) é o quarto mais comum em mulheres em todo o mundo, sendo considerado um importante problema de saúde pública, especialmente nos países em desenvolvimento. A vacinação para prevenir a infecção pelo Papilomavírus humano (HPV) poderia eventualmente possibilitar com sucesso a prevenção primária do CCU, no entanto, pelas próximas décadas, o rastreio de lesões precursoras continuará a ser essencial no controle da doença. A descoberta de que infecções persistentes por treze tipos de HPV geneticamente relacionados causam praticamente todos os casos de CCU levou não apenas ao desenvolvimento de vacinas, mas também de testes de HPV. O teste de HPV por tipos de HPV de alto risco (hrHPV) é mais sensível que a citologia na detecção de lesões pré-câncer/câncer, permitindo maior segurança e intervalos mais longos de rastreio, mas é menos específico. A presente proposta, pretende adicionar ao Projeto MARCO até 2.000 participantes de populações em condição de vulnerabilidade e que também têm risco aumentado de desenvolvimento do CCU, como população quilombola, ciganas, rurais, LGBTQIAPN+ com útero, em situação de ruas, privada de liberdade, que vivem com HIV e outras. As amostras cervicais autocoletadas em mulheres, de 30 a 49 anos de idade, serão analisadas por teste de HPV para detecção de hrHPV. Mulheres com resultado positivo para hrHPV realizarão como teste de triagem: genotipagem, coleta de imagem cervical com dispositivo digital do estudo (análise visual automatizada) e coleta de exames citopatológicos de colo de útero. Ainda, serão realizadas biópsia e tratamento por termoablação. Esse estudo fornecerá uma comparação abrangente de uma estratégia completa de esforço conjunto para prevenir o CCU, além de se tornar uma importante ferramenta para tomada de decisão em saúde, permitindo ao SUS melhorar a prevenção do CCU de populações vulnerabilizadas, no Brasil.
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 13/12/2023-31/12/2026
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Ana Cristina de Almeida Fernandes

Ciências Humanas

Geografia
  • revolução digital e centralidade territorial por intensidade de inovação: uma contribuição metodológica para os estudos da rede urbana brasileira
  • Sendo as cidades estruturas centrais para a reprodução social, com a intensificação de fluxos de capital, conhecimento e trabalho qualificado própria da era digital, a presente proposta objetiva analisar implicações dessa dinâmica sobre a hierarquia urbana brasileira. Parte-se da edição 2018 do principal estudo sobre hierarquia urbana no Brasil, a Regic/IBGE (Região de Influência das Cidades), na qual é registrada a dialética fluxos centrais-lugares centrais característica dessa era digital. A contribuição da pesquisa à Regic está em propor a introdução de parâmetros de CT&I que expressem fluxos centrais, em complementação à metodologia em vigor, para estimação da centralidade territorial das cidades. Para tanto, utilizaremos dados da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec/IBGE), Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/MTE), bases de periódicos indexados e Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, para construir o indicador de centralidade territorial por intensidade de inovação. O alcance espacial das centralidades será mensurado a partir de coautorias de artigos e interações empresas-grupos de pesquisa. Construído em caráter piloto, o indicador parte de três setores de atividade representativos das recentes tendências de transformação digital, terciarização e reprimarização da economia brasileira: Tecnologia da Informação, Saúde e Agricultura. Complementado por informações sobre competências de inovação, qualificação profissional, e sobre a base econômica municipal dos centros urbanos tratados da Regic 2018, o indicador proposto será confrontado a procedimentos clássicos de hierarquização urbana. Em casos selecionados, são previstas visitas a campo focadas em casos emblemáticos de mudanças recentes. Entre os resultados esperados, além do indicador de centralidade, propõe-se a confecção de sistema de informações, considerando propriedades city-ness compatíveis com critérios de centralidade das cidades no contexto periférico do atual capitalismo brasileiro.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 22/01/2024-31/01/2027