Projetos de Pesquisa

 

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Sheila Andreoli Balen

Ciências da Saúde

Fonoaudiologia
  • citomegalovírus congênito (cmvc) em neonatos: prevalência e diagnóstico neonatal do cmvc e seus impactos na audição e no desenvolvimento infantil ao longo dos dois primeiros anos de vida
  • A infecção por Citomegalovírus (CMVc) é uma das mais comuns no mundo, sendo geralmente subclínica, podendo causar deficiências cognitivas, auditivas, visuais e motoras permanentes, expressas ao nascimento ou de forma tardia. Há variação na taxa de transmissão vertical, sendo importante que o diagnóstico do CMVc ocorra até a terceira semana de vida. A prevalência do CMVc é maior em condições socioeconômicas vulneráveis, o que indica a necessidade de estudar sua prevalência em diferentes regiões do Brasil. Além de estabelecer uma linha de cuidado integral e articulada, dada a característica de acometimento tardio. No CMVc a perda auditiva é frequente, sendo sensorioneural bilateral na maioria das crianças sintomáticas e unilateral nas assintomáticas. No que se refere à assistência à saúde, o CMVc envolve ações relacionadas à infecção em si e às suas consequências, sendo necessário o acompanhamento dos aspectos auditivos e do neurodesenvolvimento. Este projeto visa estudar a prevalência do CMVc e analisar os seus impactos na audição e no neurodesenvolvimento infantil. Esses objetivos serão alcançados pelos desenhos de estudo seccional epidemiológico, de diagnóstico e coorte prospectivo, em três metas: 1) Estudar na atenção neonatal a prevalência de CMVc e fatores associados, à utilização de amostras de swab oral para identificação do CMV e a associação com os desfechos da Triagem Auditiva Neonatal; 2) Estudar os processos da atenção no pós-natal à criança com CMVc; 3) Intervir na atenção secundária e terciária após a confirmação de deficiência auditiva e/ou neurodesenvolvimental, decorrentes do CMVc. Os resultados deste projeto irão trazer informações articuladas da Rede de Saúde existente, demonstrando a realidade na região do Rio Grande do Norte. Assim, favorece o arcabouço das políticas de saúde atual, considerando a integralidade do cuidado em saúde, além de contribuir para a estruturação de diretrizes específicas relacionadas ao CMVc e suas consequências.
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte - RN - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Sheila Aparecida Ferreira Lachtim

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • enfretamento da hesitação vacinal dos adolescentes: uma pesquisa-ação
  • O Programa Nacional de Imunizações é o maior e mais bem sucedido programa público, contudo desde 2016 vêm enfrentando baixas coberturas vacinais. Contudo, a situação das coberturas vacinais especifica dos adolescentes apresentam coberturas muito baixas em todo território nacional. A vacina HPV tem cobertura vacinal de 77,37% na primeira dose, e 58,29%, na segunda dose. Entre os meninos, 56,76% receberam a primeira dose, e apenas 38,39%, a segunda. Já em relação à Meningo ACWY a cobertura vacinal é de 57% no território nacional em 2022. A Organização Mundial da Saúde, por meio de um grupo consultivo, desenvolveu um modelo explicativo baseado nos 3Cs O primeiro C se refere a confiança nos imunobiológicos, o segundo C é a complacência que se refere a percepção do risco de adoecimento por doença previnível por vacinação e o terceiro C se refere a conveniência que se trata da disponibilidade e acessibilidade dos imunobiológicos para a população. Diante desse cenário esta pesquisa tem por objetivo compreender os motivos de hesitação vacinal de adolescentes nas regionais de saúde da cidade de São Paulo. Trata-se de uma pesquisação, num primeiro momento será calculada a cobertura vacinal e realizada a tendência da cobertura vacinal na área de abrangência das supervisões técnicas de saúde. A partir desses dados a supervisão técnica com a cobertura vacinal mais baixa e com tendência decrescente de cobertura será selecionada em cada coordenadoria regional de saúde da cidade de São Paulo. Será realizado contato com as escolas da região que atendam adolescente com idade entre 11 e 14 anos para organizar grupos focais para compreender os motivos da hesitação vacinal e por fim, serão selecionados adolescentes dessa região para formação de multiplicadores que irão pensar estratégias e conteúdos para disseminação em mídias sociais, escolas, entre outros. As estratégias empregadas durante o processo de formação serão organizadas em conjunto com os jovens participantes.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 29/12/2023-31/12/2026