Projetos de Pesquisa

 

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Rodrigo de Freitas Bueno

Engenharias

Engenharia Sanitária
  • detecção e rastreamento de vírus emergentes de interesse em saúde pública em águas residuárias por meio de procedimentos moleculares e metagenômicos
  • A capacidade de monitorar rapidamente o surgimento e a disseminação de agentes infecciosos é essencial para a prevenção, intervenção e controle de doenças. No entanto, existem limitações dos atuais sistemas de vigilância epidemiológica para lidar com o rápido crescimento populacional, o aparecimento de novos patógenos e o ressurgimento de infecções previamente controladas. A Epidemiologia Baseada em Águas Residuais (WBE) surgiu como uma importante ferramenta de apoio à vigilância epidemiológica. Com a WBE é possível realizar um alerta precoce de um possível surto, produzir resultados em tempo real, monitorar tendências espaciais e temporais de doenças infecciosas, monitorar a resistência antimicrobiana e gerar informações epidemiológicas. Apesar da abordagem da WBE estar evoluindo rapidamente, há incertezas metodológicas que requerem discussão e padronização, assim como a necessidade de se encorajar o monitoramento de patógenos emergentes e reemergentes, sobretudo no Brasil. Neste sentido, o presente estudo pretende validar protocolos de WBE em Rede e desenvolver métodos para detecção e rastreio de um amplo grupo de vírus emergentes e de microrganismos resistentes à antibióticos em comunidades vulneráveis. O projeto proposto é inovador e inédito no Brasil, a novidade está na identificação de grupos alvos de interesse de Saúde Pública. Pretende-se, por meio de técnicas moleculares realizar a vigilância viral e de resistência antimicrobiana, por meio de painéis que contém sondas para captura de genomas completos de vírus, tendo como alvos o SARS-CoV-2, Pólio, Chikungunya, Dengue, Enterovirus, Influenza, Monkeypox, entre outros vírus de interesse e de microrganismos resistentes a antibióticos, por meio de sondas para captura de +180 bactérias, +50 fungos, +40 vírus, +1200 marcadores de resistência antimicrobiana. O projeto será realizado no âmbito da Rede de Monitoramento de COVID-19 em Águas Residuais (REMONAR-MCTI) e será aplicado em diferentes regiões do Brasil.
  • Universidade Federal do ABC - SP - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Rodrigo Della Méa Plentz

Ciências da Saúde

Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • efeitos da estimulação elétrica de corpo inteiro sobre a função renal e capacidade física de pacientes com doença renal crônica: ensaio clínico randomizado
  • A doença renal crônica (DCR) consiste em lesão renal, e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Nos estágios iniciais já é observado redução nos níveis circulantes da proteína alfa-klotho, que está relacionado à piora da função renal. Estratégias terapêuticas que aumentem a expressão de alfa-klotho são importantes no tratamento da DRC. A estimulação elétrica neuromuscular contribui para melhora da capacidade física, para a redução do dano ao DNA e para melhora da taxa de efetividade da diálise, sugerindo um efeito sistêmico em pacientes com DRC, conforme estudos publicados pelo nosso grupo. A estimulação elétrica de corpo inteiro (EECI) trata-se de uma tecnologia inovadora que permite o fortalecimento dos músculos do tronco, dos membros superiores e inferiores simultaneamente, potencializando os efeitos sobre o trofismo muscular, em um período de intervenção reduzido. Estudos prévios com EECI demonstraram benefícios em indivíduos saudáveis, idosos e em pacientes com câncer em estágio avançado sobre a força e a espessura muscular. Recentemente, nosso grupo conduziu um ensaio cruzado em pacientes com doença pulmonar crônica demonstrando a segurança da EECI para esta população (dados ainda não publicados). Até o presente momento, os efeitos da EECI sobre a capacidade física de pacientes com DRC não foram pesquisados, e tampouco sobre os níveis circulantes da proteína alfa-klotho. Hipotetiza-se que a EECI melhora a função renal, a capacidade física, a qualidade de vida, a qualidade do sono e proporciona bem-estar para pacientes com DRC. Para confirmar nossa hipótese, será conduzido um ensaio clínico randomizado com pacientes com DRC, alocados para o grupo EECI ou controle e, os desfechos avaliados serão: função renal, perfil inflamatório, bem-estar, dano muscular, força muscular isométrica de quadríceps, força de preensão palmar, capacidade funcional, espessura muscular, composição corporal, dor e fadiga muscular, qualidade de vida e qualidade do sono.
  • FUNDACAO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIENCIAS DA SAUDE DE PORTO ALEGRE - RS - Brasil
  • 20/05/2024-31/05/2027