Projetos de Pesquisa

 

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Vladimir Rafael Melian Cobas

Engenharias

Engenharia Mecânica
  • integração de sistema hibrido heliotérmico-biomassa visando o uso de sistemas armazenamento de energia
  • O armazenamento de energia térmica, mecânica e elétrica, é o principal gargalho no crescimento de sistemas de geração de energia a partir de fontes renováveis. A energia fotovoltaica e eólica, que são as que mais crescem hj no brasil já sofrem limitações nas suas aplicações devido à alta dependência da interligação com a rede elétrica. A quantidade de energia que pode ser gerada por uma planta fotovoltaica ou eólica depende do sol e do vento que variam constantemente. Este valor é dado pelo fator de carga que para a fotovoltaica é de 15% e para a eólica não chega a 30%. (BP, 2019) Tecnologias como a solar térmica dada esta mesma limitação, vê no armazenamento de energia e hibridização, seu principal aliado, permitiria obter fatores de carga maiores de 50%, podendo-se converter numa geração despachável. A energia solar térmica tem o potencial de ser a energia renovável mais barata, devido à simplicidade de fabricação, robustez e experiência tecnológica. O armazenamento de energia térmica acoplado a um sistema hibrido solar térmico-biomassa garante mais tempo de operação a plena carga, geração em horas onde o recurso renovável está indisponível, garantindo uma maior flexibilidade ao sistema elétrico, interligado ou não. O uso de biomassa como recurso renovável suplementar garante a estabilidade térmica do sistema. Este é o segundo problema dos sistemas solar térmicos de média-alta temperatura, onde as variações bruscas de temperatura devido à instabilidade do sol, provocam fadiga nos trocadores de calor. Neste trabalho se propõe um estudo teórico experimental em pequena escala de diferentes sistemas de armazenamento acoplados ao sistema hibrido solar térmico-biomassa. A simulações dos sistemas de armazenamento levantados em estudo prévio permitirão escolher até 3 tecnologias de armazenamento térmico ou de outro tipo (não baterias) visando avaliar a capacidade de armazenamento, eficiência de carga e descarga, disponibilidade energética e estabilidade.
  • Universidade Federal de Itajubá - MG - Brasil
  • 07/12/2022-31/12/2026
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Vlamir José Rocha

Ciências Biológicas

Zoologia
  • novo método de manejo reprodutivo, sanitário e de monitoramento para capivaras (hydrochoerus hydrochaeris) de áreas endêmicas para febre maculosa brasileira
  • Capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris), é uma espécie comum em paisagens antrópicas.Em muitas situações causam conflitos com humanos, tais como: acidentes de trânsito, danos agrícolas e risco de transmissão de doenças zoonóticas, com destaque para a Febre Maculosa Brasileira, enfermidade com alta taxa de letalidade causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, a qual é transmitida pelo carrapato Amblyomma sculptum, um ectoparasita de difícil controle em animais de vida livre. Por atuarem como amplificadoras desta bactéria, capivaras são alvos de ações de manejo populacional, que envolvem desde translocações, manejo reprodutivo cirúrgico em adultos e até mesmo eutanásia em alguns casos, sendo todas ações de custo elevado. Uma nova técnica de manejo reprodutivo foi desenvolvida com o uso de uma vacina imunocontraceptiva com resultados promissores na redução populacional destes roedores, porém, por se tratar de material importado, os custos são elevados e o processo de importação burocrático. Desta forma, propomos testar uma vacina imunocontraceptiva nacional de baixo custo e que já vem sendo utilizada nos animais domésticos com sucesso, mas nunca testada em animais silvestres. Além disto, desenvolvemos um protótipo de um equipamento de pulverização automático que precisa ser melhorado para aplicar carrapaticidas nas capivaras sendo acionado por sensor de presença instalado em trilhas usada por estes animais. Desta forma um controle populacional de capivaras e de carrapatos, podem ajudar a eliminar/diminuir a circulação da R. rickettsii, diminuindo a probabilidade de pessoas se contaminarem. A metodologia consistirá em capturar capivaras em uma armadilha (brete), fazer a contenção física e vacinar, marcar com microchips e soltá-las no mesmo local. Paralelamente será testado carrapaticidas diferentes no protótipo. Posteriormente os animais serão monitorados com uso de drones, uma novidade metodológica, e por observação direta para verificar a eficácia dos experimentos.
  • Universidade Federal de São Carlos - SP - Brasil
  • 06/02/2024-28/02/2027