Projetos de Pesquisa

 

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Anderson de Oliveira Lobo

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • bioimpressão de plataformas biomiméticas utilizando hidrogéis inteligentes para aplicações osteocondrais
  • Neste projeto vislumbra-se desenvolver hidrogéis inteligentes com liberação controlada de oxigênio para serem utilizados como biotintas para a bioimpressão 3D. Sendo assim, propõe-se o desenvolvimento de plataformas biomiméticas tridimensionais para o estudo de modelos in vitro e in vivo de falhas ósseas e osteocondrais. Hidrogéis contendo micro e nanopartículas inteligentes que liberam oxigênio, células tronco mesenquimais serão bioimpressos e criobiompressas e estudado utilizando microbioreatores e plataformas do tipo Lab on a Chip para o estudo de modelos de patologias relacionadas a reparação óssea e junção osteocondral in vitro. Os conjuntos de biomateriais que se destacarem serão analisados em modelos in vivo em modelos animais de falhas ósseas e osteoartrite. Com todos estes argumentos e propostas, espera-se que este projeto consiga: (i) iniciar uma linha de pesquisa inovadora no Brasil e especialmente na região Nordeste; (ii) dar continuidade a formação de recursos humanos na área de Nanobiomateriais e Bioimpressão 3D; (ii) estreitar e ampliar a rede colaborativa já criada na UFPI com excelentes centros de pesquisa nacional e mundial; (iii) explicar a importância de se obter estruturas biomiméticas utilizando biomateriais inteligentes; (iv) explicar a influência e dependência do oxigênio para controlar a formação de tecido ósseo e cartilaginoso especialmente para o tratamento de osteoartite; (v) desenvolver plataformas do tipo “Lab on a Chip” para o estudo e tratamento de patologias relacionadas a falhas ósseas e junção osteocondral in vitro e (vi) avaliar os novos biomateriais inteligentes desenvolvidos em modelos animais.
  • Universidade Federal do Piauí - PI - Brasil
  • 26/12/2023-30/09/2027
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Anderson de Oliveira Lobo

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • criobioimpressão de scaffolds biomiméticos utilizando hidrogéis inteligentes para aplicações osteocondrais
  • Neste projeto vislumbra-se criobioimprimir hidrogéis inteligentes com liberação controlada de oxigênio contendo micro/nanopartículas e nanofibras poliméricas incorporadas para aplicações osteocondrais. Sendo assim, propõe-se o desenvolvimento de plataformas biomiméticas tridimensionais para o estudo de modelos in vitro e in vivo de lesões ósseas e osteocondrais. Hidrogéis contendo micro e nanopartículas inteligentes que liberam oxigênio, osteoblastos, condrócitos e células tronco mesenquimais serão bioimpressos e CRIObioimpressos e estudado utilizando microbioreatores e plataformas do tipo Lab on a Chip para o estudo de modelos de patologias relacionadas a junção osteocondral in vitro. Os conjuntos de biomateriais que se destacarem serão analisados em modelos in vivo em modelo animal de osteoporose e osteoartrite. Com todos estes argumentos e propostas, espera-se que este projeto consiga: (i) iniciar uma linha de pesquisa inovadora no Brasil e especialmente na região Nordeste; (ii) dar continuidade a formação de recursos humanos na área de Nanobiomateriais e Bioimpressão 3D; (ii) estreitar e ampliar a rede colaborativa já criada na UFPI com excelentes centros de pesquisa nacional e mundial; (iii) explicar a importância de se obter estruturas biomiméticas utilizando biomateriais inteligentes; (iv) explicar a influência e dependência do oxigênio para controlar a formação de tecido ósseo e cartilaginoso especialmente para o tratamento de osteoartite; (v) desenvolver plataformas do tipo “Lab on a Chip” para o estudo e tratamento de patologias relacionadas a junção osteocondral in vitro e (vi) avaliar os novos biomateriais inteligentes desenvolvidos em modelos animais.
  • Universidade Federal do Piauí - PI - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Anderson de Rezende Rocha

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • inteligência artificial no estudo de biosinais com dispositivos vestíveis para promoção da saúde e bem-estar
  • Em 2021, estabelecemos uma parceria chave entre a indústria de tecnologia e as seguintes unidades da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp): Instituto de Computação, Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação, Faculdade de Educação Física e Instituto de Física Gleb Wataghin. Juntos, lançamos o Hub de Saúde e Bem-Estar chamado "Viva Bem", financiado, até o momento, majoritariamente por recursos privados. O Hub Viva Bem tem como foco principal o desenvolvimento de métodos de inteligência artificial (IA) para a promoção da saúde e do bem-estar, utilizando dispositivos de tecnologia vestível, como smartwatches (relógios inteligentes). À medida que nos aproximamos do final do segundo ano do projeto, que tem uma duração de 5 anos, com a possibilidade de renovações, identificamos a necessidade de validar muitas das pesquisas realizadas com dispositivos padrão ouro ou tradicionalmente aceitos na área médica, e que não dispomos atualmente no Hub. Tais equipamentos não fazem parte dos recursos atualmente aportados no projeto. Portanto, a presente solicitação de financiamento da CNPq visa preencher essa lacuna crucial e complementar um projeto que tem demonstrado ser bem-sucedido, disruptivo e inovador, realizando pesquisa de ponta e fazendo a tão necessária translação de resultados científicos à indústria, levando o que há de melhor na Ciência aplicada a saúde e bem estar à população em geral. Quanto à aplicabilidade ao Sistema Único de Saúde (SUS), este projeto é altamente relevante. O SUS enfrenta desafios significativos, incluindo a sobrecarga do sistema de saúde,diagnóstico tardio de doenças crônicas e um melhor monitoramento destas. A detecção precoce e o acompanhamento contínuo de condições médicas podem resultar em intervenções mais eficazes e de menor custo financeiro. A IA pode melhorar o diagnóstico precoce, o acompanhamento de pacientes e a gestão de recursos no SUS.
  • Universidade Estadual de Campinas - SP - Brasil
  • 14/12/2023-31/12/2026
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Anderson Junger Teodoro

Ciências Agrárias

Ciência e Tecnologia de Alimentos
  • aproveitamento integral de frutas nativas da mata atlântica: avaliação do potencial bioativo e tecnológico de óleos essenciais de frutas para formulação de bebidas fermentadas
  • O conhecimento na área de Ciência de Alimentos é fundamental para apoio da bioeconomia que gera desenvolvimento de produtos, processos e serviços. Espécies frutíferas nativas aumentam a perspectiva de produtos que agregam valor às matérias primas local, atuando na diversificação e crescimento econômico, como alternativas agrícolas que atendam às inovações e produtos mais saudáveis. Os óleos essenciais de frutas apresentam compostos aromáticos e bioativos, que trazem vantagens biológicas e tecnológicas para uso como ingrediente/aditivos. Os trabalhos desenvolvidos no Brasil com a produção local e integrada ainda são escassos, tendo a necessidade de informações sobre estes óleos para sua utilização no desenvolvimento de novos produtos e benefícios para a saúde humana. A proposta visa atender a demanda por ingredientes alimentares provenientes da biodiversidade brasileira. Os óleos essenciais extraídos de frutas apresentam um elevado potencial para uso como aromatizante e conservante natural, que podem melhorar as características sensoriais e microbiológicas, além do valor nutricional e da funcionalidade do produto final. O projeto inovador, multiusuário, interinstitucional e dentro das áreas estratégicas do MCTIC envolverá quatro etapas: na primeira serão realizados ensaios para caracterização nutricional e química de resíduos e polpas frutas nativas e exóticas, de diferentes safras, com posterior produção de extratos e óleo essencial, para utilização em modelos celulares e animais. Na segunda, com base do potencial bioativo identificado, será realizado planejamento experimental para elaboração dos oleogéis com a incorporação dos óleos essenciais como ingrediente/aditivo capaz de controlar a liberação de aroma e atividade antimicrobiana em bebidas fermentadas, seguida da terceira etapa, onde serão avaliadas a atividade biológica in vitro em linhagens humanas de câncer e a atividade biológica in vivo, através de modelos animais suplementados com extratos e bebidas.
  • Universidade Federal Fluminense - RJ - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026
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Anderson Luis do Espírito Santo

Ciências Sociais Aplicadas

Administração
  • observatório de inovação social da fronteira: fortalecendo a democracia na fronteira brasil-bolívia
  • Debater a inovação social atrelada à abordagem do Bem Viver, surge como uma proposta potente para reconhecermos o enfrentamento dos desafios das sociedades latino-americanas, promovendo e valorizando a participação democrática, reavivando os laços comunitários e a busca por uma relação menos predatória com a Natureza. Assim, o estudo dos Ecossistemas de Inovação Social (EIS) sua emergência, desenvolvimento e consequências nas Arenas Públicas das cidades mostra-se relevante, afinal, diante de desafios socioambientais, inúmeras ações acabam emergindo visando fazer face à complexidade dos problemas públicos contemporâneos. Mas, como diferentes coletivos, organizações e instituições promovem inovação social na fronteira Brasil-Bolívia? (onde será realizada essa pesquisa). Em que medida essas organizações interagem em rede e tem gerado transformação social nessa fronteira? Esse projeto parte do Observatório de Inovação Social da Fronteira (OBISFRON), plataforma digital e colaborativa que tem por objetivo fortalecer e apoiar a democracia em Corumbá e Ladário (Brasil) e Puerto Suárez e Puerto Quijarro (Bolívia). Parte-se da evidência que na fronteira a democracia é confundida com segurança pública, foco majoritário das políticas públicas. As ações do poder público não tem dialogado com as ações/demandas da sociedade civil. Portanto, reconhecer um EIS é uma forma democrática de demonstrar e apoiar as experiências participativas nessa fronteira, colocando em destaque a ação das comunidades (seus desafios, atividades, necessidades e parcerias). Metodologicamente, o enfoque teórico-analítico articula os estudos sobre EIS, a sociologia dos problemas públicos e o Bem Viver para cartografar o EIS apresentado no OBISFRON e gerar artigos, cartilhas, palestras, seminários e ações de extensão com as comunidades (visando seu fortalecimento), com os discentes das escolas públicas(aprendizagem) e com os agentes públicos (dialogar a gestão e as políticas públicas com a comunidade).
  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - MS - Brasil
  • 02/12/2023-31/12/2026