Projetos de Pesquisa

 

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Paulo de Tarso Themistocles Esperança

Engenharias

Engenharia Naval e Oceânica
  • criação de um ambiente integrado de simulação para análise e treinamento de manobras e navegação de navios offshore em terminais e suas vias de acesso.
  • A proposta visa a criação de ambiente de simulação para análise e treinamento de manobras de navios em terminais e vias de acesso. Este ambiente envolverá o já existente simulador virtual de manobras do LabOceano e integrará um novo conceito de simulação ainda não difundido no país: a simulação com modelos em escala tripulados. Por ser uma simulação mais imersiva que a simulação virtual e recomendada pela International Maritime Organization (IMO), a simulação com modelo tripulado empregando técnicas de realidade virtual possui enorme campo de exploração de capacidades para tarefas de análise de risco e treinamento de Comandantes e Práticos. O projeto a ser desenvolvido pelo LabOceano em parceria com a empresa Sapura Navegação e a Praticagem do RJ, envolve 3 fases: 1: modelagem hidrodinâmica de navio da Sapura e do seu principal terminal logístico no Rio de Janeiro (BANIT) para simulações virtuais de manobras de entrada e saída do terminal sob diferentes condições ambientais; 2: modelagem do mesmo navio em escala reduzida (1:25) e autopropelido com controles de azimutais e thrusters disponíveis para o operador e modelagem em escala do terminal de atracação, batimetria do canal de acesso e sistema de balizamento para simulações em escala reduzida; 3: montagem do ambiente híbrido de simulação mesclando os componentes gráficos virtuais existentes com o comportamento hidrodinâmico do modelo em escala através de técnicas de realidade virtual, o que permitirá ao Comandante/Prático controlar o modelo em escala de fora do mesmo sem perda de imersão. O objetivo é desenvolver uma nova técnica de simulação híbrida mesclando os benefícios das 2 opções tradicionais: a versatilidade da simulação virtual e o realismo da simulação com modelos tripulados. Vale ressaltar que este tipo de simulação representa inovação significativa no segmento de navegação e segurança do tráfego aquaviário, oferecendo mudança de paradigma no treinamento de análise de manobras para o setor marítimo.
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 23/12/2022-31/12/2026
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Paulo Eduardo Aguiar Saraiva Camara

Ciências Biológicas

Botânica
  • bryoantar: elaboração da lista vermelha das espécies ameaçadas, diversidade, conservação, conexão e bioprospecção de plantas de ecossistemas polares
  • Vide projeto anexo As Briófitas são o principal componente vegetal dos ecossistemas terrestres antárticos, porém das espécies vegetais ali presentes, nenhuma foi avaliada quanto ao risco de extinção. Sem o conhecimento desse risco, não são possíveis o planejamento de ações para esses organismos, levando a falta de proteção legal. Existem diversos vetores de pressão sobre flora Antártica e que afetam a vegetação local, que precisam ser levados em consideração, tais como as mudanças climáticas, a falta de dados de longo prazo, a presença de fitopatógenos, o impacto humano, existência de espécies raras, endêmicas, exóticas e invasoras além da proteção atual inadequada. Dessa forma, pretendemos produzir um checklist atualizado das espécies válidas para a flora antártica e utilizar os critérios da UICN para avaliar a mesma a fim de produzir a primeira lista vermelha das espécies ameaçadas da flora embriofítica Antártica. Além disso, musgos formam associações de grande relevância ecológica porque ali existem microambientes favoráveis e que são aproveitados por outros organismos, como bactérias, algas, fungos e diversos invertebrados (e.g. rotíferos, ciliados, artrópodes). A essa biodiversidade associada, e em geral negligenciada, convencionou-se chamar Briosfera. No entanto, poucos estudos até o momento se dedicaram a caracterizar essas comunidades. A correta identificação das espécies de organismos antárticos constitui um grande desafio devido a plasticidade morfológica causada pelas condições climáticas extremas, dessa forma usaremos o DNA metabarcoding para inventariar e estudar a composição da briosfera em ambas regiões polares. A mesma ferramenta molecular será usada para dar continuidade aos estudos de conectividade entre Antártica, Ártico e América do Sul através de amostras de DNA ambiental (ar, solo e neve). Por ultimo será investigado o potencial de produção de biossurfactante em briófitas polares.
  • Universidade de Brasília - DF - Brasil
  • 07/12/2023-31/12/2027