Projetos de Pesquisa

 

Foto de perfil

Suzana Guimaraes Leitao

Ciências da Saúde

Farmácia
  • “plantas da biodiversidade brasileira como fonte de novos fármacos para o enfrentamento da covid-19”
  • O Brasil, por conta de sua enorme biodiversidade, tem a capacidade de se tornar uma potência mundial no setor de fitoterápicos, destacando-se de outros países, inclusive os tecnologicamente mais avançados. Por isso, do ponto de vista estratégico é essencial o investimento em projetos que visem subsidiar esse potencial pouco explorado do nosso país. Por outro lado, o Brasil reúne uma série de características que possibilitam o surgimento e a manutenção de arboviroses, e, para piorar, a pandemia da COVID-19 introduziu mais uma doença de alta relevância no contexto da saúde pública. Por ser um país com longa tradição de uso de plantas medicinais, o Brasil reúne todos os elementos que podem torná-lo uma potência no desenvolvimento de fitoterápicos com ação nas principais emergências de saúde pública. O presente projeto tem como objetivo dar continuidade à bioprospecção de candidatos a fármacos contra viroses emergentes a partir da biodiversidade brasileira, com foco em COVID-19 e aprofundar os estudos já iniciados, avançando no conhecimento sobre o potencial antiviral e anti-inflamatório de extratos da biodiversidade brasileira, frações e substâncias isoladas. Através de ferramentas modernas de triagem computacional espera-se que novos compostos sejam prospectados. Ainda, os hits potenciais serão isolados por técnicas de separação líquido-líquido escalonável, verde e sustentável e avaliados em modelos biológicos in vitro e in vivo, com objetivo de determinar parâmetros como citotoxicidade, atividade antiviral, anti-inflamatória entre outras. Para isso, serão estudadas, dentre outras, as espécies vegetais A. amazonicus e S. cristata, além de um flavonoide cuja eficácia in vitro contra a virose alvo já foi determinada (retusina). A larga experiência do grupo, reforçada pelo prévio estabelecimento das parcerias aqui propostas contribuirá para o alcance dos objetivos e metas deste projeto.
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 07/12/2023-31/12/2026
Foto de perfil

Suzana Maria Gico Lima Montenegro

Engenharias

Engenharia Sanitária
  • observatório nacional de segurança hídrica e gestão adaptativa
  • A segurança hídrica se constitui em um dos grandes desafios no cenário nacional, considerando suas múltiplas dimensões com relação aos aspectos econômicos, da sociedade, do clima e dos ecossistemas, além da infraestrutura. Considerando desafios, oportunidades e vantagens nacionais, foram selecionados onze temas em CT&I tidos como estratégicos para o desenvolvimento, autonomia e soberania nacional. Um dos temas é a garantia da segurança hídrica. Os problemas atuais relacionados ao uso sustentável e conservação de recursos hídricos e à previsão e controle de eventos extremos de precipitação que podem causar enchentes, inundações e secas já representam grandes desafios do ponto de vista de gestão da água. Considerando aspectos futuros como urbanização, incremento populacional e possíveis impactos de mudanças climáticas, esses problemas tendem a se agravar, indicando a necessidade de Gestão Adaptativa. O INCT - Observatório Nacional de Segurança Hídrica e Gestão Adaptativa (ONSEADAdapta) é uma rede interdisciplinar de pesquisadores nacionais e internacionais que atuam no desenvolvimento de pesquisas em diferentes temáticas relacionadas ao tema central. É um tema que requer grande integração de saberes e além do caráter interdisciplinar em diversos eixos a busca pela visão integrada, sistêmica e transdisciplinar. O INCT visa reunir os esforços desses grupos para conduzir pesquisas de longo prazo em diversas escalas, sistematizar o conhecimento gerado, formar recursos humanos e subsidiar a formulação de políticas públicas. Essa iniciativa é pioneira e importante para as diferentes regiões e seus problemas particulares, e para o país. Os pilares fundamentais do INCT são: 1) a produção e divulgação de conhecimento; 2) popularização da ciência e comunicação com a sociedade; 3) interdisciplinaridade e transdisciplinaridade; 4) diálogo ciência-políticas públicas.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 02/01/2023-31/01/2028