Projetos de Pesquisa

 

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Ana Larissa Adorno Marciotto Oliveira

Lingüística, Letras e Artes

Lingüística
  • o discurso digitalmente mediado da extrema direita no brasil e seus efeitos nos direitos humanos de mulheres, meninas e da comunidade lgbtqa+
  • Com a ascensão da extrema-direita no Brasil, mulheres e meninas se tornaram alvos constantes de ataques sexistas, direcionados a seu gênero, orientação sexual e aparência física. Esses grupos, juntamente com a comunidade LBGTQA+, são vistos como opositores dos chamados “valores tradicionais”, propagados por políticos de extrema-direita. Mesmo quando os líderes autoritários estão fora do governo, eles continuam a disseminar suas visões radicais, usando táticas e técnicas que agradam a seus seguidores. Uma dessas táticas é o emprego do discurso impolido e indecoroso, considerado um estilo dominante no discurso da extrema-direita mundial. Por meio desse discurso, são propagadas visões misóginas, homofóbicas e transfóbicas na forma de referências negativas, insinuações, insultos e linguagem obscena nas mídias sociais. Nessa proposta, investigaremos o discurso da extrema-direita sob uma perspectiva ampla, que inclui os modelos de impolidez linguística, o constitucionalismo feminista brasileiro e os direitos humanos com dados de língua portuguesa brasileira. Levantamos a hipótese de que esse arcabouço teórico possa oferecer uma perspectiva abrangente para abordar o tema da misoginia, da homofobia e da transfobia, com repercussões na segurança e na integridade desses grupos. Para atingir nossos objetivos, compilaremos um corpus de postagens em mídias sociais de líderes de extrema-direita e de seus seguidores. Também analisaremos alguns discursos selecionados, bem como as reações dos usuários/seguidores a eles, usando ferramentas para desenvolvedores (API) de redes sociais variadas, assim como ferramentas da linguística de corpus em conjunto com o ambiente do software R e de análises estatísticas.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Ana Lúcia Abrahão da Silva

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • população em situação de rua (psr): acesso e barreira ao cuidado em saúde mental, interseccionalidade e equidade para redução das desigualdades
  • Em 2023 o Cadastro Único revelou que 236.400 pessoas se encontravam em situação de rua, o que equivale a 1 em cada 1.000 brasileiros, vivendo nessa condição. Compreender o acesso e suas barreiras no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial em cinco regiões do país é o que propõe este projeto de pesquisa, que dialoga com os objetivos do Decreto nº 7.053/2009 uma vez que incorpora a diversidade humana em sua dimensão transversal étnico-racial, sexual, de gênero e de valorização da vida. Este projeto tem caráter transdisciplinar, com vistas a desenvolver tecnologias de cuidado que impactem e ampliem o acesso das pessoas em situação de rua (PSR) às ofertas intersetoriais no campo da saúde. Tem como proposta mapear e analisar as barreiras e acessos ao cuidado das PSR nas cinco regiões brasileiras, por equipes que compõem a Rede Nacional de Observatórios de Políticas, Educação e Cuidado em Saúde, com vistas a fornecer subsídios para a construção de Políticas Públicas de cuidado em saúde para esta população. A metodologia se baseará em um estudo exploratório de caráter qualitativo com abordagem cartográfica, onde os atores envolvidos são formuladores, pesquisadores e produtores de conhecimento, no campo de pesquisa. A imersão no campo de pesquisa possibilita o acesso das dimensões relacionais em ato do trabalho vivo na micropolítica do cuidado. A escolha do Usuário-guia como um traçador é um conceito-ferramenta e uma aposta ético-metodológica que tem sido utilizado em pesquisas de abordagem cartográfica, tal ferramenta possibilita visibilizar o percurso do usuário por uma rede de cuidados na saúde e além dela. Ela toma o usuário como o guia da equipe de pesquisa neste processo investigativo no sentido de que sua trajetória, instituída e não instituída o levou e o leva por diferentes cenários ou redes vivas de existência. Neste cenário o usuário é a centralidade da produção do conhecimento, não como objeto mas como pesquisador, co-fabricante do saber e do cuidado.
  • Universidade Federal Fluminense - RJ - Brasil
  • 03/01/2024-31/01/2027
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Ana Lucia Faria da Costa Rodrigues

Ciências Exatas e da Terra

Ciência da Computação
  • museu da computação da ufrj acessível para todos
  • Vide projeto anexo
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 22/03/2023-30/11/2026