Projetos de Pesquisa

 

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Ana Cláudia Gomes de Souza

Ciências Humanas

Antropologia
  • territórios de conhecimento: efetivando a missão institucional da unilab através do mapeamento das produções culturais, artísticas e científicas de comunidades indígenas e quilombolas da bahia
  • Esta proposta pretende cartografar a produção cultural, acadêmica e artística das comunidades quilombolas e indígenas encontradas na Bahia, especialmente no entorno do Instituto de Humanidades e Letras da UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, em São Francisco do Conde, Bahia. Criada em 2010, esta instituição de ensino superior tem como principal missão contribuir para a integração entre o Brasil e os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), especialmente os países africanos. Por meio dessa proposta, será possível desenvolver materiais pedagógicos voltados ao atendimento das leis 10.639/03 e 11.645/2008. Para o desenvolvimento de nossas ações, faremos uma cartografia das comunidades encontradas nas regiões atendidas pela UNILAB, Campus dos Malês que se enquadram na nossa definição de “território do conhecimento” a saber, cartografias simbólicas, corpóreas e geográficas que se configuram nos espaços/tempos e as quais  possuem, criam e socializam conhecimentos próprios das populações específicas. Concomitantemente, será realizada uma pesquisa documental sobre as criações  acadêmicas e artísticas  já produzidas tendo por tema as manifestações culturais e artísticas do recôncavo baiano e a presença de comunidades quilombolas, indígenas e/ou outras comunidades ditas tradicionais. Em um segundo momento, através da inserção de campo de caráter etnográfico, iremos catalogar produções e saberes artísticos-culturais que se apresentam nestes “territórios de conhecimento”. A partir do terceiro momento, serão promovidos encontros formativos entre comunidades, artistas e professores. Os resultados das atividades de pesquisa de arquivo sobre as produções acadêmicas relacionados à temática, do mapeamento dos territórios, das residências artísticas e formações pedagógicas serão divulgados na forma de um E-book e na forma de mapas interativos.
  • Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - CE - Brasil
  • 10/12/2023-31/12/2026
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Ana Cláudia Kasseboehmer

Outra

Divulgação Científica
  • parque ecológico de mombuca como espaço de formação e divulgação científica
  • Vide projeto anexo
  • Universidade de São Paulo - SP - Brasil
  • 04/01/2023-30/11/2026
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Ana Claudia Santiago de Vasconcellos

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • aperfeiçoamento profissional das equipes multidisciplinares de saúde indígena que atuam em áreas impactadas pelo garimpo de ouro na amazônia: uma abordagem integrada pesquisa-assistência-educação
  • Hoje, no Brasil, os Povos Indígenas da Amazônia representam a parcela da sociedade mais prejudicada pelo processo de mercantilização da natureza, marcado pela invasão ilegal de seus territórios por garimpeiros em busca de ouro. O garimpo provoca inúmeros problemas ambientais, porém sua sequela mais letal é a contaminação dos peixes por mercúrio. Assim, o pescado deixa de ser um alimento saudável e torna-se fator de risco para o surgimento de doenças neurológicas e cardiovasculares, que comprometem as atuais e futuras gerações. Essa realidade, coloca os indígenas em situação de extrema vulnerabilidade devido a importância do pescado na dieta e pela inaptidão das equipes locais da Atenção Primária à Saúde em atender às especificidades da contaminação humana pelo mercúrio. Tais problemas constituem a base para elaboração deste projeto, o qual pretende contribuir para o aprimoramento da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, por meio do aperfeiçoamento do trabalho desempenhado pelas equipes da Atenção Primária à Saúde que assistem as etnias mais afetadas pela atividade garimpeira na Amazônia (i.e., Yanomami, Munduruku e Kaiapó), no que tange a contaminação humana pelo mercúrio, e da produção de recursos de educação em saúde voltados a orientar comunidades indígenas. Em suma, espera-se realizar ao longo da vigência deste projeto a: (i) elaboração de um protocolo clínico voltado à prevenção, diagnóstico e acompanhamento de indígenas expostos ao mercúrio; (ii) estruturação e oferta de cursos de atualização profissional para as equipes da atenção primária; e (iii) produção de recursos educacionais em três línguas indígenas (Yanomami, Munduruku e Kaiapó) para orientar as comunidades sobre formas de mitigação da contaminação por mercúrio. Todas as atividades elencadas têm potencial de promover melhorias na qualidade de vida dos povos indígenas, aprimorar políticas públicas na área da saúde e fortalecer o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).
  • Fundação Oswaldo Cruz - RJ - Brasil
  • 14/12/2023-31/12/2026
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Ana Cláudia Vaz de Araújo

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • melhorando a produção de hidrogênio verde usando uma estrutura metal-orgânica como base para eletrodos
  • O hidrogênio verde está sendo considerado ótima escolha para o mercado de energia, sendo utilizado como meio de armazenamento de energia, vetor energético e combustível para transporte, indústria etc. A eletrólise da água é uma maneira preferível de sintetizar H2 limpo, bom para o meio ambiente, e pode ser feito de várias maneiras (eletroquimicamente, quimiocataliticamente e fotocataliticamente). O processo eletroquímico ocorre através de duas semi-reações, a Reação de Evolução do Hidrogênio (HER) e a Reação de Evolução do Oxigênio (OER). O gargalo do método ocorre na OER, que é uma reação lenta devido às várias etapas envolvidas. Hoje os materiais utilizados para OER usam como base metais nobres e raros, então existe um grande apelo para o desenvolvimento de catalisadores à base de metais abundantes e de baixo custo, como Ni, Cu, Co e Fe. Diferentes morfologias e substratos também podem melhorar o desempenho de eletrodos conhecidos. Nanomateriais estruturados são eficientes suportes para catálise, devido à sua elevada área superficial, em especial, óxidos de níquel e ferro. As redes de coordenação, Metal-Organic Frameworks (MOFs), e seus derivados são novas alternativas de base para nanopartículas catalisarem os processos de OER e HER. As MOFs em geral, possuem grande área superficial, alta estabilidade química e térmica, e podem ser obtidas por via hidro ou solvotermal sob temperatura e pressão controladas. Neste projeto visamos a produção de MOFs dopadas com óxidos metálicos, para a melhoria na performance eletrocatalítica de nanocatalisadores. As nanopartículas serão obtidas por coprecipitação sob ultrassom, com tamanhos de cristalitos na ordem de 10 nm. Espera-se, ao final do projeto, obter uma melhora significativa na performance de eletrodos não nobres para OER, além disso, contribuir com a disseminação desta tecnologia, formando especialistas na área e contribuindo para uma eficiente matriz energética Brasileira.
  • Universidade Federal Rural de Pernambuco - PE - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026