Projetos de Pesquisa

 

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Roger Paulo Mormul

Ciências Biológicas

Ecologia
  • explorando a interação entre a biodiversidade e o funcionamento do ecossistema de água doce no antropoceno
  • Ações humanas estão causando a queda da biodiversidade global. Em ambientes aquáticos altamente influenciados pela intervenção humana, a diminuição das comunidades aquáticas é ainda mais notória, levando a reduções na quantidade e diversidade de organismos em ecossistemas degradados. As pressões humanas também podem alterar fatores ambientais, tornando-os estressores e, consequentemente, impactando a estrutura das comunidades aquáticas. Os impactos das atividades humanas e seus efeitos cumulativos na comunidade de macroinvertebrados aquáticos podem ser comprovados com o uso do Índice de Pegada Humana (HFP). Esse índice engloba oito categorias distintas de influência humana: (i) paisagens urbanas; (ii) terras cultivadas; (iii) pastagens; (iv) densidade populacional humana; (v) iluminação noturna; (vi) ferrovias; (vii) rodovias; e (viii) rotas de águas navegáveis. Com relação às consequências associadas às terras cultivadas, os últimos anos testemunharam um aumento excessivo na aplicação de pesticidas, que podem penetrar nos corpos d'água por meio do processo de lixiviação do solo. Nos ecossistemas aquáticos, os herbicidas funcionam como poluentes capazes de alterar os atributos físicos e químicos do ambiente, afetando assim os organismos. Paralelamente à intensificação do uso de pesticidas, os ecossistemas aquáticos estão sujeitos a alterações globais, como o aumento da temperatura e a invasão de espécies, fenômenos também induzidos por atividades antropogênicas. Essas mudanças têm o potencial de influenciar as interações tróficas entre os organismos. Nesse contexto, a análise de isótopos estáveis torna-se uma ferramenta essencial para identificar recursos alimentares utilizados pelos organismos e mudanças resultantes das condições ambientais. Portanto, a proposta visa compreender como as ações humanas podem afetar o funcionamento dos ecossistemas aquáticos tornou-se crucial na era do Antropoceno.
  • Universidade Estadual de Maringá - PR - Brasil
  • 06/12/2023-31/12/2026
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Rogério Aparecido Sá Ramalho

Ciências Sociais Aplicadas

Ciência da Informação
  • koses: sistemas de organização do conhecimento em empreendedorismo e startups
  • Ao longo das últimas décadas, temáticas relacionadas a empreendedorismo, ecossistemas de inovação e desenvolvimento de startups têm ganhado destaque devido ao grande potencial de transformação que tais iniciativas representam para a sociedade. Contudo, grande parte dos termos utilizados neste campo ainda são desconhecidos por grande parte da sociedade e pesquisadores, inclusive na área de Ciência da Informação, devido à falta de vocabulários controlados padronizados, fato que contribui para a geração de conflitos terminológicos/conceituais e dificulta uma maior aproximação entre campos de pesquisa. O presente projeto caracteriza-se como uma pesquisa de cunho teórico e metodológico, de abordagem qualitativa e natureza aplicada, que se propõe a desenvolver um Sistema de Organização do Conhecimento (KOS) que possibilite representar utilizando padrão SKOS os principais termos e conceitos relacionados a temática de Empreendedorismo e Startups, possibilitando uma forma de melhorar a compreensão e gestão das potencialidades de pesquisa deste promissor campo de estudo. O KOS será projetado para ser utilizado por profissionais da área de Ciência da Informação a sociedade em geral, com o objetivo de favorecer uma maior aproximação com empreendedores e investidores, a fim de auxiliá-los na captura e manutenção dos termos e conceitos associados e inter-relacionados a temática. Este projeto pretende ainda aprofundar a análise das metodologias e ferramentas envolvidas na geração de Sistemas de Organização do Conhecimento representados em SKOS, contribuindo para uma maior sistematização de diretrizes e requisitos que favoreçam o desenvolvimento e uso desta nova categoria de KOS, estando alinhado com a proposta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de reformulação da Política Nacional de Ciência e Tecnologia, pois a partir da padronização da terminologia utilizada na pesquisa e práticas empreendedoras, possibilitará avanços científicos, econômicos e sociais.
  • Universidade Federal de São Carlos - SP - Brasil
  • 06/12/2023-31/12/2026