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Valdeci Carlos Dionisio

Ciências da Saúde

Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • análise biomecânica de mulheres iniciantes em corrida com e sem valgo dinâmico durante a corrida em esteira e em testes funcionais: efeitos imediatos da fadiga muscular do tronco.
  • Os praticantes de corrida têm aumentado muito nos últimos anos e, grande parte destes são mulheres. No entanto, padrões de movimento abaixo do ideal podem predispor a lesões, especialmente nos iniciantes em corrida. A ineficiência no controle neuromuscular do tronco tem sido vinculada ao déficit no controle dinâmico das extremidades inferiores, e pode resultar em alterações nos padrões cinemático e eletromiográfico. A fadiga do tronco poderia influenciar essas modificações em testes funcionais e variações na altura do centro de massa durante a corrida em esteira, resultando em modificações na rigidez vertical. Essas alterações poderiam se apresentar de formas distintas entre mulheres com e sem valgo dinâmico. No entanto, o efeito da fadiga tem sido pouco estudado, e pode ser um fator diferencial na redução do risco de lesões musculoesqueléticas para essa população. A hipótese deste estudo é que a fadiga imediata nos músculos do tronco aumentaria a atividade eletromiográfica de músculos distais para melhor controle do movimento durante testes funcionais e que a rigidez vertical seria aumentada para lidar com as variações do centro de massa, sendo mais evidente no grupo com valgo dinâmico. De acordo com o teste de stepdown, trinta mulheres iniciantes na corrida amadora serão divididas em grupos com e sem valgo dinâmico. Na primeira visita ao laboratório, todas as participantes serão submetidas a avaliação inicial com coleta de dados demográficos, antropométricos, testes de mobilidade articular, força muscular isométrica nos membros inferiores e tronco. Na segunda visita, as participantes serão submetidas a análise cinemática e eletromiográfica do membro dominante durante testes funcionais (stepdown test e single-legged drop landing) e avaliação cinemática durante a corrida em esteira por 30 segundos em três velocidades: confortável, lenta (-20%) e rápida (+20%). Em seguida as participantes completarão um protocolo de fadiga muscular do tronco, sendo então reavaliadas.
  • Universidade Federal de Uberlândia - MG - Brasil
  • 11/12/2023-31/12/2026