Projetos de Pesquisa

 

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Roberta Okamoto

Ciências da Saúde

Odontologia
  • hidrogéis de dna nas reconstruções ósseas : aplicações em “scaffolds”ou como revestimento de superfície de implantes. estudos pré clínicos em ratos
  • Os hidrogéis de DNA têm se consolidado como biopolímeros promissores especialmente por sua biocompatibilidade e biodegradabilidade, características importantes consideradas no campo da Engenharia Tecidual. A sequência de bases nitrogenadas definidas para o polímero de DNA define a sua nanoestrutura, podendo adquirir diversas topografias, e favorece a estruturação de sítios específicos, que permitem a ligação de biomoléculas ou peptídeos derivados da matriz extracelular com o objetivo de melhorar suas propriedades biológicas. Em recente estudo do nosso grupo de pesquisa, observamos que a utilização do hidrogel de DNA isolado promove uma melhora no processo de reparo em defeitos confeccionados em calvária de ratos; através de diferentes análises foi observada melhora na quantidade e qualidade do tecido ósseo formado na região do defeito. Recentemente, estudos também mostram que o revestimento de implantes osseointegráveis com o hidrogel de DNA pode favorecer a osseointegração. Considerando as propriedades dos hidrogéis de DNA que permitem o seu papel como “scaffold”, permitindo o delivery de biomoléculas que possam atuar diretamente no sítio reparacional; considerando a possibilidade de se revestir a superfície de implantes com este DNA funcionalizado ou não, idealizamos a presente proposta. Nosso objetivo principal consiste em avaliar o papel dos biopolímeros de DNA carregados/funcionalizados por biomoléculas sobre as respostas celulares relacionadas ao reparo ósseo em modelos in vivo: utilizaremos defeitos em calvária de ratos ou implantes osseointegráveis instalados em tíbia de ratos. O DNA será avaliado na forma isolada ou como “scaffold” carregando biomoléculas que atuam em eventos celulares relacionados ao processo de reparo ósseo e serão introduzidos nos defeitos de calvária de ratos, avaliando as reconstruções ósseas, ou serão utilizados na forma de “coatings” na superfície dos implantes, para a avaliação da osseointegração nessas diferentes situações.
  • Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - SP - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Roberta Oliveira Veiga

Ciências Sociais Aplicadas

Comunicação
  • por teorias e métodos feministas no estudo do cinema: entre formas, narrativas e corpos de mulheres
  • Esse projeto nasce com o grupo de pesquisa, Poéticas femininas, Políticas Feministas (PPGCOM-UFMG, dedicando-se ao questionamento dos modos como o feminino se engendra no cinema em seu sentido tanto estético quanto político através da experiência de realizadoras e personagens. É pressuposto que a experiencia das mulheres chega duplamente marcada: do ponto de vista histórico, pelas múltiplas opressões sofrida na gestão de um sistema patriarcal (Gerda Lerner, Silvia Federici, Angela Davis); e na prática cinematográfica, pelo subjugo de suas várias atuações (Di Lauretis, M.A. Doane, Jaqueline Bobo). Olhar para o feminino no cinema é, então, olhar para relações de poder não só entre gêneros, mas entre classes, raça, sexualidades, num cenário hierarquizado pelos dispositivos falocêntricos de dominação (C. Pateman, Irigaray), colonização (bell hooks, P.Hill Collins) e objetificação dos corpos (Laura Mulvey). Assim, a partir do contexto de realização, do método de filmagem e da escritura fílmica, em obras ficcionais, documentais, experimentais, busca-se formular teorias e métodos de estudo acerca dos modos como, a cada dispositivo cinematográfico, as mulheres podem vir a ser protagonistas, não pela constante presença em cena, mas pela apropriação dessa presença no que ela implica uma agência sobre seus desejos e demandas, bem como sobre os mecanismos de visibilidade. Nessa abordagem, a perspectiva feminista não é um apelo à militância, mas uma atitude epistemológica que identifica formas de subalternização feminina e forças interseccionais disruptivas em relação ao patriarcado histórico e suas tecnologias de manutenção do machismo estruturante do cinema. Metodologicamente, o projeto propõe articular essas três frentes de aproximação às obras que abarcam da produção histórica do cinema feito com mulheres à análise fílmica, a saber, as opções narrativas, formais, sensoriais, e de montagem, como meios de resistir e tensionar os regimes patriarcais, racistas e classistas.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026