Projetos de Pesquisa

 

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Vanessa Bezerra de Menezes Oliveira

Outra

Ciências Ambientais
  • arebra_avaliação de risco ecológico de agrotóxicos para organismos do solo: desvendando lacunas de exposição e efeitos sobre a fauna brasileira
  • Os agrotóxicos são extensivamente utilizados no Brasil para combater pragas em cultivos agrícolas. Antes do agrotóxico ser colocado para uso, seus efeitos nocivos ao ambiente devem ser compreendidos. Na União Europeia (UE), os efeitos sobre os organismos do solo são estimados a partir de avaliação de risco ecológico, com base na resposta de diversas espécies distintas e condições relevantes de exposição dos organismos. No Brasil, embora hoje seja avaliada apenas a toxicidade aguda para a minhoca Eisenia andrei, e os resultados sejam extrapolados para toda a comunidade edáfica, anseia-se adotar a avaliação de risco como preconizada na UE, mas permanecem as dúvidas sobre a segurança da extrapolação dos resultados obtidos com espécies de clima temperado para ambientes neotropicais. Assim, com o objetivo de subsidiar esta compreensão, escolhemos avaliar os efeitos de inseticidas neonicotinóides sobre sete espécies de Collembola, sendo uma padrão (Folsomia candida), outras três de clima temperado e bastante utilizadas em ensaios ecotoxicológicos, e outras três nativas, coletadas no domínio geográfico do Cerrado. Parâmetros de sobrevivência, reprodução e biomarcadores bioquímicos indicarão os efeitos. Para refinar a exposição, serão testadas condições mais realísticas de temperatura, e dois tipos de solos, sendo um artificial e outro natural. A partir das informações obtidas serão discutidos fatores de extrapolação dos resultados de F. candida para as demais espécies, bem como também para o tipo de solo. Serão construídas curvas de distribuição de sensibilidade de espécies (SSDs) para todas as condições de estudo e o processo de avaliação de risco ecológico poderá ser discutido em diferentes níveis de análise, levando em conta condições mais realísticas de exposição e efeitos para ambientes neotropicais. O projeto ainda contribui para reduzir lacunas de conhecimento taxonômico sobre espécies nativas de Collembola em áreas agrícolas e suas sensibilidades a agrotóxicos.
  • Universidade Federal do Tocantins - TO - Brasil
  • 07/01/2024-31/01/2027
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Vanessa de Lima Silva

Ciências da Saúde

Fonoaudiologia
  • capacidade intrínseca, comunicativa e de deglutição na perspectiva do cuidado integrado à pessoa idosa - icope no sistema único de saúde
  • O projeto visa avaliar a capacidade intrínseca, comunicativa e de deglutição e seus declínios na perspectiva do cuidado integrado para pessoas idosas. Na primeira fase, será feito estudo de revisão sistemática que identifique instrumento de avaliação da capacidade comunicativa; na segunda fase, desenvolvimento e validação desse instrumento; na terceira fase, uma coorte prospectiva para avaliação e acompanhamento das capacidades. O estudo de coorte será realizado em Unidade de Saúde da Família, Recife/PE. O tamanho amostral mínimo será de 202 indivíduos acima de 60 anos. A coleta de dados da linha de base será realizada com questionário de dados sociodemográficos e clínicos. Para a triagem dos seis domínios de capacidade intrínseca serão realizados testes e perguntas simples. A avaliação de vulnerabilidade clínico-funcional será realizada com diferentes instrumentos. Será aferida pressão arterial sistólica. Para a avaliação corporal, serão utilizadas as medidas de peso, altura, índice de massa corporal, cintura abdominal, quadril, pescoço, panturrilha, tornozelo e braquial. Para a avaliação da Capacidade Intrínseca serão utilizados instrumentos para cada domínio: Cognição: Miniexame do Estado Mental; Mobilidade: Bateria Curta de Performance Física; Nutrição: Mini Avaliação Nutricional; Humor: Escala de Depressão Geriátrica; Visão: Cartão de Snellen; Audição: Audiometria Tonal/Vocal, Imitanciometria. A comunicação será avaliada com o instrumento proposto na revisão sistemática e a deglutição com o Rastreamento de Disfagia Orofaríngea em Idosos. O seguimento do estudo compreenderá três avaliações após 6, 12 e 18 meses da primeira avaliação. A apresentação das variáveis se dará em médias, desvio padrão, frequência absoluta e relativa. Por meio de testes estatísticos, serão feitas comparações de variáveis entre os grupos, cálculo das razões de prevalência dos fatores em estudo com a perda de capacidade intrínseca, risco para incidência de desfechos após o seguimento.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026