Projetos de Pesquisa

 

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Tereza Sandra Loiola Vasconcelos

Ciências Humanas

Geografia
  • a escola-território como categoria geográfica contra-hegemônica no estado do ceará
  • O espaço geográfico passou por profundas transformações na sua estrutura, perpassando por todos os setores que compõe a sociedade. Aspectos como economia, cultura, trabalho e meio ambiente fazem parte do bojo de mudanças. A Educação não está alheia à essa situação. Pelo contrário, pois diante da ofensiva neoliberal e da financeirização desta, a Educação vem passando por transformações em suas estruturas, como seu currículo e as políticas públicas que a compõem, como, por exemplo, com as reformas educacionais. Mesmo diante desse cenário, é possível observar a existência no território brasileiro de experiências educacionais que resistem a essas transformações e constroem matrizes curriculares contra-hegemônicas, a partir de práticas docentes e pedagógicas contextualizadas e entrelaçadas às dinâmicas e aos anseios do território. Daí, entender o currículo enquanto território em disputa. Como exemplo, temos a Educação do Campo, a Educação Escolar Indígena e a Educação para as relações étnico-raciais, que desenvolvem o que compreendemos enquanto Educação contra-hegemônica, já que se aportam à perspectivas críticas de resistência e existência de populações que historicamente foram massacradas no Brasil, como os povos originários, negros e camponeses, seja no campo, seja na cidade. Diante disso, a Geografia enquanto ciência necessita desenvolver um olhar crítico-geográfico para essas experiências, a partir do Ensino de Geografia. A proposta possui como foco espacial o estado do Ceará, mais especificamente a Escola de Ensino Médio (EEM) Francisco Araújo Barros, localizada no Assentamento Lagoa do Mineiro, em Itarema/CE; a Escola Indígena Jenipapo Kanindé, na Aldeia Indígena Jenipapo-Kanindé, em Aquiraz/CE; e a Escola Municipal de Tempo Parcial Noberto Nogueira Alves, localizada no bairro José Walter, em Fortaleza/CE.A partir da categoria de análise “Escola-Território”, compreendemos que a escola não está dissociada do território.
  • Universidade Estadual do Ceará - CE - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Tetyana Gurova

Engenharias

Engenharia Naval e Oceânica
  • analise da viabilidade da reutilização das chapas navais desmanteladas na construção e reparo das embarcações e instalações offshore
  • O descomissionamento das embarcações e plataformas é uma prática realizada no fim da sua vida útil para recuperação de materiais utilizados. Uma das etapas deste processo e o desmantelamento da estrutura da embarcação. Após o desmantelamento, a sucata é transformada pela indústria metalúrgica em aço. As tendências dos últimos anos indicam que por motivos econômico-financeiros, questões ecológicas e ambientais, e influências políticas globais, o acesso aos recursos energéticos relativamente baratos no futuro pode ficar limitado. Assim, o conceito atual do desmantelamento das estruturas de navios pode não ser mais apropriado neste novo paradigma da economia global. Este Projeto tem como objetivo análises experimentais das propriedades físicas, químicas e mecânicas das chapas de aço naval, oriundas do desmantelamento, ou seja, sua ampla qualificação, para avaliar a possibilidade da sua reutilização direta no reparo e na construção das embarcações, assim como a viabilidade técnica deste processo. Uma das etapas do Projeto é a análise das juntas soldadas entre as chapas desmanteladas, assim como entre as chapas desmanteladas e chapas novas. As características das chapas estão definidas pelas Recomendações IACS e devem ser verificadas através dos testes mecânicos, ensaios metalográficos e análise de composição química. Será aplicado também a análise do estado das tensões residuais, tanto no material desmantelado, como nas juntas soldadas que envolvem este material. Para isso será utilizada a técnica desenvolvida pelo Proponente, que já mostrou resultados bem satisfatórios em várias aplicações industriais. Serão desenvolvidos critérios e parâmetros, assim como procedimentos necessários para concluir que a chapa desmantelada está apta para fins de reparo e/ou construção. Consideramos que a manutenção e a construção das embarcações de pequeno e médio porte, operantes na área costeira e Offshore, poderia ser uma das aplicações mais viáveis para uso das chapas desmanteladas.
  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro - RJ - Brasil
  • 23/12/2022-31/12/2026