Projetos de Pesquisa

 

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Severino Alves Junior

Ciências Exatas e da Terra

Química
  • macroalgas marinhas: da promoção da biodiversidade à nanotecnologia do futuro
  • A exploração dos oceanos como fonte de bens e serviços se intensifica a cada ano buscando sustentabilidade. As macroalgas marinhas são usadas como fonte de alimentos, fertilizantes e medicamentos. Extratos de algas são uma fonte tradicional de novos fármacos e recentemente usados para obtenção de nanomateriais multifuncionais. Nesta perspectiva, esta proposta é baseada em (a) investigação da composição química das macroalgas marinhas litorâneas e sua relação fauna associada às mesmas, procurando entender fatores ecológicos das diferentes espécies e (b) aplicar extratos das macroalgas como meio sintético para obter novos nanomateriais aplicados em fotocatálise, estudando também seus potenciais farmacológicos. Esta proposta se alinha aos diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, e às áreas prioritárias do MCTIC como Tecnologias Habilitadoras, para o Desenvolvimento Sustentável e Tecnologias para Qualidade de Vida. Serão exploradas macroalgas do litoral de Pernambuco, coletadas em período seco ou chuvoso. As macroalgas serão processadas, para identificação da fauna associada e produção de extratos que serão caracterizados quimicamente. Os extratos serão usados para produção de nanopartículas de óxidos metálicos aplicados como novos fotocatalisadores para remediação ambiental, e propriedades de inibição viral, inibição tumoral, citotoxicidade, viabilidade celular, resposta imune serão investigadas visando potenciais novos fármacos. A equipe proponente é multidisciplinar em Química, Física, Ciência de Materiais, Farmácia e Biomedicina, envolvendo três instituições (UFPE, UFPB e IFPB), 5 PPG´s e diversos laboratórios de pesquisa. A proposta busca usar biomassa barata e abundante para desenvolver nanomateriais via protocolos verdes, aplicados em remediação ambiental e biotecnologia. Isto deve resultar na geração de conhecimento científico e tecnologia baseada inteiramente na biodiversidade brasileira.
  • Universidade Federal de Pernambuco - PE - Brasil
  • 03/12/2023-31/12/2026
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Sheila Andreoli Balen

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • sistema de gestão em saúde infantil: integração da rede materno-infantil e da rede da pessoa com deficiência
  • Os princípios do Sistema Único de Saúde estão contemplados nos sete eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança. Entre esses eixos encontra-se o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), constituindo uma ação preventiva que permite fazer o diagnóstico de diversas doenças congênitas, sintomáticas e assintomáticas no período neonatal, a tempo de interferir em seu curso. Apesar de políticas direcionadas para a precocidade do rastreio e do diagnóstico, observa-se que as informações com os resultados das triagens neonatais universais preconizadas pelo PNTN no âmbito individual e coletivo têm fragilidades em seu registro e no uso destas informações para a gestão dos casos positivos pela Atenção Primária à Saúde e Atenção Especializada ao longo do desenvolvimento da criança. Assim, este projeto visa desenvolver e implementar um sistema de gestão em saúde infantil para integração da Rede de Atenção à Saúde Materno-Infantil e da Rede da Pessoa com Deficiência associado a estratégias de Saúde Digital para a Integralidade do Cuidado. Este projeto terá uma metodologia mista envolvendo o desenvolvimento tecnológico do Sistema de Gestão em Saúde Infantil e sua implantação, nas etapas deste projeto, na Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência Auditiva do SUS, por meio de um estudo de coorte prospectivo. A caderneta da criança será a base do sistema envolvendo a ampliação a ser estabelecida por um Colegiado de Especialistas em Saúde Pública para o processo de desenvolvimento, validação e implantação do sistema de gestão em saúde infantil. A expectativa é que o sistema possa contribuir para o fluxo e resolutividade da Rede de Atenção Materno-Infantil e acolhimento das famílias durante o processo de desenvolvimento da criança integrando toda a Rede de Atenção à Saúde.
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte - RN - Brasil
  • 27/12/2023-31/12/2026
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Sheila Andreoli Balen

Ciências da Saúde

Fonoaudiologia
  • citomegalovírus congênito (cmvc) em neonatos: prevalência e diagnóstico neonatal do cmvc e seus impactos na audição e no desenvolvimento infantil ao longo dos dois primeiros anos de vida
  • A infecção por Citomegalovírus (CMVc) é uma das mais comuns no mundo, sendo geralmente subclínica, podendo causar deficiências cognitivas, auditivas, visuais e motoras permanentes, expressas ao nascimento ou de forma tardia. Há variação na taxa de transmissão vertical, sendo importante que o diagnóstico do CMVc ocorra até a terceira semana de vida. A prevalência do CMVc é maior em condições socioeconômicas vulneráveis, o que indica a necessidade de estudar sua prevalência em diferentes regiões do Brasil. Além de estabelecer uma linha de cuidado integral e articulada, dada a característica de acometimento tardio. No CMVc a perda auditiva é frequente, sendo sensorioneural bilateral na maioria das crianças sintomáticas e unilateral nas assintomáticas. No que se refere à assistência à saúde, o CMVc envolve ações relacionadas à infecção em si e às suas consequências, sendo necessário o acompanhamento dos aspectos auditivos e do neurodesenvolvimento. Este projeto visa estudar a prevalência do CMVc e analisar os seus impactos na audição e no neurodesenvolvimento infantil. Esses objetivos serão alcançados pelos desenhos de estudo seccional epidemiológico, de diagnóstico e coorte prospectivo, em três metas: 1) Estudar na atenção neonatal a prevalência de CMVc e fatores associados, à utilização de amostras de swab oral para identificação do CMV e a associação com os desfechos da Triagem Auditiva Neonatal; 2) Estudar os processos da atenção no pós-natal à criança com CMVc; 3) Intervir na atenção secundária e terciária após a confirmação de deficiência auditiva e/ou neurodesenvolvimental, decorrentes do CMVc. Os resultados deste projeto irão trazer informações articuladas da Rede de Saúde existente, demonstrando a realidade na região do Rio Grande do Norte. Assim, favorece o arcabouço das políticas de saúde atual, considerando a integralidade do cuidado em saúde, além de contribuir para a estruturação de diretrizes específicas relacionadas ao CMVc e suas consequências.
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte - RN - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Sheila Aparecida Ferreira Lachtim

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • enfretamento da hesitação vacinal dos adolescentes: uma pesquisa-ação
  • O Programa Nacional de Imunizações é o maior e mais bem sucedido programa público, contudo desde 2016 vêm enfrentando baixas coberturas vacinais. Contudo, a situação das coberturas vacinais especifica dos adolescentes apresentam coberturas muito baixas em todo território nacional. A vacina HPV tem cobertura vacinal de 77,37% na primeira dose, e 58,29%, na segunda dose. Entre os meninos, 56,76% receberam a primeira dose, e apenas 38,39%, a segunda. Já em relação à Meningo ACWY a cobertura vacinal é de 57% no território nacional em 2022. A Organização Mundial da Saúde, por meio de um grupo consultivo, desenvolveu um modelo explicativo baseado nos 3Cs O primeiro C se refere a confiança nos imunobiológicos, o segundo C é a complacência que se refere a percepção do risco de adoecimento por doença previnível por vacinação e o terceiro C se refere a conveniência que se trata da disponibilidade e acessibilidade dos imunobiológicos para a população. Diante desse cenário esta pesquisa tem por objetivo compreender os motivos de hesitação vacinal de adolescentes nas regionais de saúde da cidade de São Paulo. Trata-se de uma pesquisação, num primeiro momento será calculada a cobertura vacinal e realizada a tendência da cobertura vacinal na área de abrangência das supervisões técnicas de saúde. A partir desses dados a supervisão técnica com a cobertura vacinal mais baixa e com tendência decrescente de cobertura será selecionada em cada coordenadoria regional de saúde da cidade de São Paulo. Será realizado contato com as escolas da região que atendam adolescente com idade entre 11 e 14 anos para organizar grupos focais para compreender os motivos da hesitação vacinal e por fim, serão selecionados adolescentes dessa região para formação de multiplicadores que irão pensar estratégias e conteúdos para disseminação em mídias sociais, escolas, entre outros. As estratégias empregadas durante o processo de formação serão organizadas em conjunto com os jovens participantes.
  • Universidade Federal de Minas Gerais - MG - Brasil
  • 29/12/2023-31/12/2026
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Sheila Araujo Teles

Ciências da Saúde

Enfermagem
  • hepatites virais e consumo de álcool em comunidades quilombolas: um recorte de goiás
  • Nosso grupo de pesquisa realizou em 2004 um estudo sobre hepatites virais em Quilombolas do norte de Goiás, Região Centro-Oeste do Brasil, e verificou prevalências elevadas para hepatite A e B nessa população quando comparadas a população em geral do Centro-Oeste. Ao longo desses quase 20 anos, várias mudanças ocorreram no País e melhorias das condições de vida da população, que certamente impactaram o novo perfil epidemiológico das hepatites virais no Brasil. A endemicidade das hepatites virais pode ser utilizada como marcador indireto das condições e comportamentos/estilos de vida dos Quilombolas, haja vista as características de disseminação desses agentes, bem como indicadores de efetividade das políticas públicas de saúde dirigidas a essa população. Assim, a proposta desse estudo é estimar a prevalência e genótipos circulantes das hepatites virais A, B, C, D e E, e considerando o efeito deletério do consumo de álcool e aditivo em pessoas com hepatites virais, avaliar o consumo de risco de álcool em comunidades Quilombolas do norte de Goiás Também,
  • Universidade Federal de Goiás - GO - Brasil
  • 25/03/2024-31/03/2027
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Sheyla Christine Santos Fernandes

Ciências da Saúde

Saúde Coletiva
  • o papel da disseminação de informações na prevenção e combate à violência contra a mulher
  • De acordo com as últimas evidências do mapa da violência, a cada quatro minutos uma mulher brasileira é agredida. Até o mês de setembro de 2023, foram registrados mais de 183 mil casos de violência doméstica ou familiar contra a mulher, o que constitui esse tipo de violência como um problema de saúde pública que vem afetando globalmente a vida de muitas mulheres. Nesse contexto, alguns dispositivos transversais, como, o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), a Política Nacional de Saúde Integral da Mulher (PNSI), o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres (PNEV), dentre outros, junto ao Ministério da Saúde (MS), Ministério das Mulheres (MM) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), desempenham um papel crucial na proteção e promoção da saúde integral das mulheres, incluindo a prevenção e resposta à violência contra a mulher. No entanto, para que essas políticas sejam eficazes, é fundamental que as informações sobre direitos e recursos estejam acessíveis às usuárias dos serviços de saúde. Desta forma, o objetivo central desse projeto consiste em analisar o alcance das estratégias de disseminação de informações sobre direitos e dispositivos de combate à violência contra a mulher junto aos Ministérios da Saúde, das Mulheres e dos Direitos Humanos e Cidadania. A metodologia deste projeto será composta por 3 etapas: (1) análise dos canais de comunicação utilizados pelos 3 ministérios; (2) análise do acesso e impacto das informações disseminadas pelos canais e (3) elaboração de recomendações aos órgãos institucionais e implementação de ações junto a coletivos de mulheres. Trata-se de um projeto multicêntrico, considerando as 5 microrregiões brasileiras, e transversal, alicersado aos princípios da universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Universidade Federal de Alagoas - AL - Brasil
  • 27/12/2023-31/12/2026
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Sheyla Christine Santos Fernandes

Ciências Humanas

Psicologia
  • estratégias de resposta ao cyber-hate de gênero à luz da teoria da ação planejada e da teoria do enfrentamento
  • O cyber-hate é empregado para referir qualquer manifestação ameaçadora ou ofensiva no ciberespaço. Muito embora sejam crescentes as investigações sobre a intolerância nas interações virtuais, pouca atenção é dirigida às vítimas. Neste sentido, o presente estudo tem como finalidade responder a três questões sobre o cyber-hate na perspectiva das vítimas: (1) de que forma o cyber-hate é experienciado? (2) que crenças estão associadas às estratégias de resposta ao cyber-hate?; (3) qual o papel do ativismo nas formas de resposta ao cyber-hate? Para responder a essas questões, tomou-se como objetivo geral desta investigação analisar as formas de resposta ao cyber-hate à luz da Teoria da Ação Planejada (TAP) e da Teoria do Enfrentamento (TE). Dois estudos serão implementados para contemplar o objetivo proposto, considerando o cyber-hate dirigido às mulheres. O Estudo 1 consistirá em um mapeamento acerca dos discursos feministas empregados por ativistas no Instagram, através da análise de postagens em perfis militantes de livre acesso. Os resultados permitirão descrever de que forma essas crenças se expressam nos sítios investigados, possibilitando o reconhecimento dos principais tipos de narrativa utilizados. No Estudo 2, serão coletadas informações acerca das formas de resposta ao cyber-hate, empregadas por seguidoras de conteúdos digitais feministas, bem como, informações que permitam compreender o papel dos discursos ativistas na construção de estratégias de respostas à intolerância virtual de gênero. Esta investigação será realizada no contexto do Brasil e de Moçambique, buscando fazer um comparativo intercultural sobre os aspectos subjacentes ao enfrentamento da violência contra mulheres no ciberepaço. Trata-se, portanto, de um estudo intercultural, multicêntrico e transdisciplinar que pretende colaborar para o avanço do conhecimento dessa demanda urgente e atual.
  • Universidade Federal de Alagoas - AL - Brasil
  • 06/12/2023-31/12/2026
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Sheyla Suely de Souza Silva

Ciências Sociais Aplicadas

Serviço Social
  • concepções e contradições da assistência social brasileira no decurso do decênio 2016-2026
  • A ortodoxia neoliberal reverteu direitos; recrudesceu a Questão Social e enfrentou resistências, transitando para a fase social-liberal. Cooptadas pelo social-liberalismo, lideranças populares assumiram o Executivo de países dependentes e, sob o mote do “neodesenvolvimentismo”, propuseram o enfrentamento à pobreza extrema e a manutenção da liberalização, desregulamentação e privatização como prerrogativas de crescimento econômico. O Brasil “neodesenvolvimentista”, por exemplo, retirou 36 milhões de brasileiros da estatística da pobreza; saiu do mapa da fome e comemorou crescimento econômico. No entanto, o social-liberalismo que quintuplicou a riqueza das classes superiores e o crescimento econômico dos países também gestou o crash/2008, diante do qual os estados desembolsaram trilhões de dólares em benefício das instituições financeiras, através de recursos públicos, capitais fictícios e ativos podres, implicando no predomínio de uma riqueza fictícia, que demanda lastros ativos/reais; motivo pelo qual o sistema do capital transitou para a fase ultraneoliberal. O ultraneoliberalismo procede a uma “desconexão total” de países considerados “descartáveis" e acirra espoliações e expropriações, através de golpes políticos; genocídios; contrarreformas de políticas sociais etc., implicando em severas perdas para os trabalhadores, especialmente, no caso deste estudo, no âmbito da Assistência Social brasileira. Diante dessa realidade, é que nos inquieta compreender quais as concepções de assistência social e de enfrentamento à pobreza e as contradições da Política de Assistência Social brasileira, engendradas pelas determinações da mundialização financeirizada, flexível e ultraneoliberal do capital, durante os governos federais do decênio 2016-2026
  • Universidade Estadual da Paraíba - PB - Brasil
  • 08/02/2024-28/02/2027
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Sibele Berenice Castellã Pergher

Engenharias

Engenharia de Materiais e Metalúrgica
  • desenvolvimento de materiais porosos para separação de co2 de misturas co2/ch4
  • A separação de CO2 do gás natural (GN) é de grande importância para a monetização do GN e diminuição de emissões de gases de efeito estufa. Atualmente esta separação é realizada através de plantas de separação por membranas instaladas na própria unidade de produção. Entretanto o espaço das unidades de produção é escasso e o desenvolvimento de plantas compactas de separação de CO2 nas plataformas se faz necessário. Uma solução seria empregar Peneiras Moleculares (PM) que são materiais altamente porosos, com poros de tamanho definido, com alta área específica que são capazes de separar moléculas pelo seu tamanho por processos de separação e/ou adsorção, podendo ser empregados para separar grandes quantidades de gases numa planta de escala reduzida. As PMs que estamos propondo o uso, são materiais inorgânicos a base de aluminossilicatos, denominados zeólitas. As zeólitas possuem uma estrutura porosa bem definida, com tamanhos de poros de até 2 nm, com alta estabilidade química e térmica e possuem alta área específica (de 400 a 1200 m2/g). O seu uso para separação de gases é bem conhecido, entretanto a separação de CH4 e CO2 ainda continua sendo um desafio. Pois são moléculas com tamanhos similares 0,33 nm (CH4) e 0,38 nm (CO2). Estudos empregando a Zeólita 13X (poros de 0,74nm) mostraram que a mesma possui grande capacidade de adsorção com boa seletividade a CO2, entretanto não interage fortemente com a molécula. Então partindo da premissa que zeólitas são PMs amplamente empregada em diversos processos industriais, e que a zeólita do tipo 13X já demonstrou boa capacidade de adsorção e seletividade a CO2; propõem-se o estudo e o desenvolvimento de novos materiais zeoliticos com poros pequenos entre 0,35 e 0,36 nm, tamanhos entre os das moléculas que se deseja separar. Também pretende-se estudar a composição química, pois a variação da relação Si/Al nos dará diferentes propriedades químicas e interações com a molécula de CO2 (interações quadrupolares).
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte - RN - Brasil
  • 04/12/2023-31/12/2026
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Sibele Vasconcelos de Oliveira

Ciências Sociais Aplicadas

Economia
  • intersetorialidade na promoção da segurança alimentar no município de santa maria-rs
  • A proposta relaciona-se com a Segurança Alimentar e Nutricional, oferecendo inovação em ações do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, ampliando acesso ao Direito Humano à Alimentação Adequada, presente na Constituição Federal desde 2010. O projeto subsidiará atores sociais ao identificar obstáculos e potencialidades em suas práticas, assim como qualificará a Educação Alimentar e Nutricional em diferentes espaços. O PNAE será investigado a partir das dez escolas do campo da rede municipal de Santa Maria-RS. Com o avanço da insegurança alimentar e dos problemas de saúde associados à má alimentação, é necessário uma resposta condizente que implique diversos setores da sociedade. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, o acesso a uma prática alimentar adequada deve respeitar o contexto social e ecológico das diferentes regiões do país, o que exige investigações orientadas pelo lugar — ainda que princípios gerais possam ser reaplicados. Um desafio da promoção da segurança alimentar é compreender seu campo de ação, notadamente transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional. A intersetorialidade do PNAE será elemento central da pesquisa, pois suas ações implicam troca e construção coletiva de saberes, linguagens e práticas entre vários setores. Em Santa Maria-RS e arredores, o setor de agricultura familiar é expressivo, sendo que a produção de alimento fresco é fundamental para a promoção da saúde. Há, portanto, condições locais para plena execução do PNAE e para se produzir conhecimento que valorize as tecnologias sociais em agroecologia. As visitas técnicas fornecerão dados primários, envolverão entidades vinculadas ao PNAE como também potenciais novas parcerias. A sistematização dos dados oferecerá análises que possam melhorar a administração do programa e permitirá a criação de materiais educativos e de divulgação científica, reforçando a socialização do conhecimento sobre os alimentos, sua cadeia produtiva e seu sistema alimentar.
  • Universidade Federal de Santa Maria - RS - Brasil
  • 27/01/2024-31/01/2027