Projetos de Pesquisa

 

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Têmis Maria Félix

Ciências Biológicas

Genética
  • estudo clínico e molecular de osteogênese imperfeita no brasil
  • A Osteogênese imperfeita (OI) é uma doença rara caracterizada por baixa densidade óssea com fraturas aos mínimos traumas, deformidades ósseas, levando a prejuízo na funcionalidade e qualidade de vida. É causada por genes envolvidos na biossíntese do colágeno tipo 1, principalmente COL1A1 e COL1A2. Até o momento, aproximadamente 22 genes foram descritos relacionados à OI. Centros de Referência em Osteogênese Imperfeita de 4 regiões do Brasil compõe a Rede Brasileira de Osteogênese Imperfeita (ReBOI) realizando um registro de casos brasileiros e a consolidação de um laboratório centralizado para estudo molecular de OI. Até o momento 256 casos foram registrados e estudo molecular foi realizado em 156 casos. Destes, uma alteração no gene FKBP10 p.Gln60Pro sugere um possível efeito fundador no Brasil. Esta proposta multicêntrica e multiprofissional tem como objetivo 1) ampliar o registro de casos de OI no REBOI; 2) realizar estudos clínicos incluindo estudos de audiologia; 3) realizar estudos moleculares em OI contemplando análise ampla dos genes relacionados a biossíntese do colágeno tipo 1; 4) descrever correlação genótipo/fenótipo; e 5) estudar variante p.Gln60Pro no gene FKBP10.
  • Hospital de Clínicas de Porto Alegre - RS - Brasil
  • 05/12/2023-31/12/2026
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Teodiano Freire Bastos Filho

Engenharias

Engenharia Biomédica
  • restauração da integridade do trato corticoespinal em pacientes com acidente vascular cerebral crônico através de interface cérebro-computador, exoesqueleto de mão e estimulação transcraniana de corrente alternada
  • Este Projeto de Pesquisa envolve três universidades do Brasil, Alemanha e Japão, e visa estudar os mecanismos de recuperação neural de pacientes pós-AVC (Acidente Vascular Cerebral) crônicos através do uso de Estimulação Transcraniana de Corrente Alternada (ETCA) e de uma Interface Cérebro-Computador (ICC) baseada em Eletroencefalografia (EEG) para o controle de um exoesqueleto de mão. Nossa hipótese é que o aumento de oscilações corticais relacionadas à área motora perilesional no ritmo mu (µ, 8-12 Hz) melhora a integridade do trato corticospinal ipsilesional desses pacientes. Este Projeto de Pesquisa compreende duas fases: A Fase I (M1-M3) será dedicada à criação e teste do referido protocolo em voluntários saudáveis (n=20) e ao recrutamento de pacientes pós-AVC crônicos com paralisia severa de mãos e dedos (n=40). Na fase II (M4-M12), os pacientes pós-AVC serão divididos em dois grupos: enquanto o Grupo I (n = 20) utilizará o exoesqueleto de mão em conjunto com a aplicação de ETCA, focando no ritmo mu de cada um dos 20 pacientes (em um treinamento de 4 semanas), o Grupo II (n = 20) receberá uma estimulação transcraniana sham (ou seja, sem efeito, como o placebo) durante o controle do exoesqueleto de mão. Como resultado da aplicação do protocolo, espera-se que os pacientes pós-AVC do Grupo I mostrem uma recuperação mais rápida da integridade do trato corticoespinhal ipsilesional em comparação com os pacientes do Grupo II, fornecendo evidências diretas relacionadas à modulação do ritmo mu referente à tarefa motora perilesional. É importante enfatizar que, além de elucidar o papel funcional das oscilações cerebrais relacionadas à área motora em pacientes pós-AVC crônicos, os resultados a serem obtidos com a execução desta pesquisa serão fundamentais para desenhar e desenvolver novas terapias para pacientes pós-AVC crônicos com completa paralisia de mãos e dedos, para quem não existe outra terapia de tratamento que lhes possibilite recuperar os movimentos perdidos.
  • Universidade Federal do Espírito Santo - ES - Brasil
  • 02/12/2023-31/12/2026